quarta-feira, 6 de abril de 2022

Viagem À Lua Forçou O Astronauta Da NASA Edgar Mitchell A Acreditar Em OVNIs E Alienígenas, Por Quê?

 


 Há uma longa lista de astronautas que alegaram ter visto estranhas anomalias enquanto estavam no espaço sideral e fortemente apoiados por fenômenos OVNIs . Após retornar da Lua o ex-astronauta da NASA Edgar Mitchell experimentou uma epifania que mudou seus pensamentos sobre a origem da vida na Terra e acusou o governo de esconder a verdade.

Em fevereiro de 1971 após a conclusão bem-sucedida da missão a tripulação da Apollo 14 retornou à Terra. Alan Shepard e Edgar Mitchell se tornaram o quinto e sexto astronautas a andar na superfície da lua. Enquanto Shepard escolheu viver na glória Mitchell se tornou o principal encrenqueiro por muitos anos.

Ele aceitou publicamente a existência de alienígenas depois de estar na Lua e aderiu a ela até sua morte. Ele acusou o governo dos EUA de esconder a verdade sobre o contato com alienígenas. Imediatamente após seu retorno, Mitchell deixou a NASA e mergulhou no estudo de OVNIs, história antiga e consciência humana.

Edgar Mitchell, 1971. Crédito da imagem: NASA

Mais tarde ele explicou que durante seu tempo no espaço ele experimentou uma experiência mística incomparável e tentou encontrar a resposta para a pergunta sobre o que era nos textos antigos. Eventualmente, ele conseguiu encontrar um termo em sânscrito para descrever sua experiência, samadhi. Os hindus o consideram um estado especial de consciência iluminada e clara e os budistas o consideram o último passo no caminho para o nirvana.

“A experiência no espaço foi tão poderosa que quando voltei à Terra comecei a pesquisar várias literaturas para tentar entender o que havia acontecido. Não encontrei nada na literatura científica, mas acabei descobrindo no sânscrito da Índia antiga. As descrições de samadhi, Savikalpa samadhi, foram exatamente o que eu senti: é descrito como ver as coisas em sua separação mas experimentá-las visceralmente como uma unidade, acompanhada de êxtase”, disse Mitchell.

Mitchell descreveu-o como uma sensação de dissolução completa no universo infinito, acompanhada de êxtase, bem como uma compreensão clara da unidade absoluta do homem e do cosmos que lhe parecia um sistema auto-regulador incrivelmente antigo e inteligente.

Em geral, Mitchell voltou da Lua como uma pessoa completamente diferente. Mudou-se para a Califórnia, onde co-fundou o Institute of Noetic Sciences . Esta organização sem fins lucrativos estava envolvida em pesquisas que eram céticas em relação à ciência convencional. O instituto realizou experimentos com ioga, meditação, percepção extra-sensorial, telepatia, telecinese, etc.

Havia rumores sobre o instituto nos anos 70 e 80 de que ele fazia parte do projeto secreto Stargate que foi financiado pela inteligência militar dos EUA para estudar vários fenômenos parapsicológicos. Alegadamente Mitchell aproveitando-se do fato de que as portas dos cargos mais altos estavam abertas para ele quase pessoalmente pressionou pela inclusão de sua organização no projeto. No entanto em qualquer caso o Stargate foi fechado devido à falta de resultados que fossem de interesse potencial para o exército.

Mas a maior fama de Mitchell foi trazida por suas declarações escandalosas sobre a existência de alienígenas. Ele foi talvez a figura mais famosa que compartilhou publicamente tais pontos de vista então os jornalistas estavam muito dispostos a entrevistá-lo e ufólogos e apoiadores de várias teorias da conspiração ao redor do mundo literalmente idolatravam o ex-astronauta e invariavelmente se referiam a suas entrevistas em seus livros.

         Edgar Mitchell durante uma sessão de treinamento da Apollo 14 em 1970

Por exemplo ele afirmou que o incidente do acidente de Roswell em 1947 era uma história verdadeira. Mas na nota oficial foi a queda do balão meteorológico e as imagens de vídeo da autópsia de humanoides, supostamente feitas secretamente por operadores do exército, foram determinadas como falsas.

No entanto Mitchell cresceu na pequena cidade de Artesia, a poucos quilômetros da base aérea de Roswell onde supostamente ocorreu o acidente. O astronauta afirmou que muitos de seus vizinhos conhecidos e amigos trabalhavam nesta base e o que ele ouviu deles é suficiente para ele considerar o incidente de Roswell um verdadeiro acidente de OVNI. Mitchell não divulgou os nomes de seus informantes, referindo-se ao fato de que todos eles assinaram um acordo de confidencialidade e ele não queria que eles tivessem problemas.

Mitchell afirmou que usou todas as suas conexões para descobrir qualquer coisa sobre o fenômeno OVNI que o ocupava desde o início dos anos 70 e eventualmente encontrou pessoas no mais alto escalão que compartilharam informações com ele.

De acordo com Mitchell ele uma vez teve uma conversa confidencial com um almirante da Marinha que secretamente lhe disse que de fato os alienígenas haviam estabelecido contato com o governo no início dos anos 1940. Eles estavam interessados ​​em armas terrestres, principalmente a bomba atômica. No início da Guerra Fria entre a URSS e os EUA, os alienígenas frequentemente vinham à Terra porque temiam uma guerra nuclear e tentavam influenciar as elites mundiais de alguma forma.

Em outra entrevista, Mitchell afirmou que suas palavras foram distorcidas por jornalistas. O almirante disse a ele que o governo estava ciente da existência de inteligência extraterrestre desde o início da década de 1940 e estava encobrindo avistamentos de OVNIs autenticados. No entanto ele nunca falou de qualquer interferência nos assuntos políticos. Ele não deu os nomes de seu informante de alto escalão da Marinha para não substituí-lo.

De acordo com Mitchell existe um grupo bem organizado nos mais altos círculos do governo dos EUA cujo objetivo é impedir qualquer vazamento sobre o fenômeno OVNI. Ao mesmo tempo ele mesmo negou categoricamente que já tivesse visto seres extraterrestres.

De tempos em tempos, entrevistas falsas de Mitchell apareciam em vários sites dedicados a teorias da conspiração nas quais ele dizia ter observado pessoalmente discos voadores e quase jantado com humanoides. Em entrevistas oficiais, Mitchell negou veementemente esses rumores alegando que nunca tinha visto humanoides ou OVNIs, mas tinha certeza de sua existência.

Em 2016 o Wikileaks revelou milhares de e-mails supostamente vinculados ao presidente da campanha de Hillary Clinton, John Podesta. Os e-mails revelaram informações secretas compartilhadas com Podesta sobre OVNIs e ETs.

Em 2015 Podesta recebeu e-mails de Mitchell que expressavam sua preocupação com o armamento do espaço e seu impacto na ETI (inteligência extraterrestre). Apesar do fato de que os alienígenas podem ser violentos, como mostrado nas várias ficção científica o notável astronauta os chamou de não violentos em seu e-mail.

Em janeiro de 2015 ele enviou um e-mail para Podesta, solicitando que ele fizesse uma reunião urgente para discutir Divulgação e Energia de Ponto Zero (ZPE). Ele estava preocupado com a paz no espaço.

Terri com o astronauta da Apollo 14 Edgar D. Mitchell, ScD, homenageado em 2011 na Sociedade Leonardo da Vinci para o Estudo do Pensamento

Mitchell escreveu: “Meu colega católico Terri Mansfield também estará lá, para nos atualizar sobre o conhecimento do Vaticano sobre a ETI. Outro colega está trabalhando em um novo Tratado Espacial, citando o envolvimento com a Rússia e a China. No entanto, com a extrema interferência da Rússia na Ucrânia, acredito que devemos buscar outra rota para a paz no espaço e ZPE na Terra.”

Mitchell enviou um e-mail a Podesta novamente em 18 de setembro de 2015. Ele escreveu: “Como a corrida da Guerra no Espaço está esquentando senti que você deveria estar ciente de vários fatores enquanto você e eu agendamos nossa conversa no Skype. Lembre-se, nossa ETI não violenta do universo  está nos ajudando a trazer energia de ponto zero para a Terra. Eles não vão tolerar nenhuma forma de violência militar na Terra ou no espaço.”

Foi confirmado por um dos colaboradores de Mitchell que o encontro entre Podesta e ele nunca ocorreu. Ele morreu em fevereiro de 2016 aos 85 anos, poucos dias antes do 45º aniversário do retorno da Apollo 14 à Terra, a missão que mudou sua vida para sempre. Fonte   Obs: No Vídeo abaixo ative a legenda com tradução.

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sábado, 8 de janeiro de 2022

Confirmação supérflua de uma conclusão simples: para descobrir algo em Marte não é necessário voar até lá.

 

Pesquisador Descobre Imagens De Estruturas Artificiais Em Marte

Confirmação supérflua de uma conclusão simples: para descobrir algo em Marte não é necessário voar até lá.

Existem muitas fotos de Marte tiradas por várias instalações de pesquisa e espaçonaves. As fotos são agrupadas, estruturadas e disponíveis em vários projetos de Internet.

Google Mars é um aplicativo de internet que se assemelha ao Google Earth. O mapa de Marte também é feito com este motor. Isso nada mais é do que um mapa topográfico 3D de Marte e nos dá uma ideia das alturas do terreno representado nos mapas.

O incansável explorador-ufólogo de Taiwan Scott Waring estudou exaustivamente recentemente os mapas da superfície de Marte fornecidos por este serviço. Aqui está o que ele encontrou.


Comentário de Waring:

“Obviamente, existem edifícios nessas crateras em Marte. Primeiro é uma estrutura retangular com uma estrutura de telhado circular. Depois há uma alta torre branca. E terceiro, uma torre fina e cinza.

“Tudo isso deve ser impossível, mas temos três coisas impossíveis em um raio de 60 km uma da outra. Essa proximidade aumenta as chances de que essas construções sejam genuínas e criadas por vida inteligente. ”
 
Para que você não tenha dúvidas sobre a autenticidade das imagens, agora você pode encontrar facilmente tudo seguindo as instruções abaixo.

Damos um link com as coordenadas das crateras desejadas já estabelecidas. No mapa que é aberto, você só precisa encontrar a enumeração no canto superior esquerdo: Elevation, Visible, Infrared. Depois disso, clique em Infravermelho e você obterá o resultado desejado.
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Falésia cai e ondas atingem lanchas de turistas em Minas Gerais, há pelo menos 1 morto (VÍDEOS)

Cânion (imagem de arquivo). - Sputnik Brasil, 1920, 08.01.2022

CC BY 2.0 / Flickr.com / Andy Blackledge / 

Turistas que estavam passeando de lanchas em Capitólio, Minas Gerais, presenciaram uma súbita queda da rocha, cuja queda na água envolveu várias embarcações.

Uma grande rocha se despedaçou de uma falésia em direção à água em Capitólio, Minas Gerais (MG), o que aconteceu quando um grupo de turistas estava fazendo passeios em lanchasescreve no sábado (8) o portal UOL citando o Corpo de Bombeiros.
Como as imagens indicam, a queda das pedras causou uma grande onda, que envolveu algumas das lanchas no local.

De acordo com o UOL, todas as ambulâncias do departamento de emergência de São José da Barra (MG), a 45,5 quilômetros do local do incidente, foram acionadas para transportar as vítimas. Os bombeiros também participaram da ação de resgate.

Sete pessoas teriam sido levadas ao departamento de emergência de São José da Barra (MG), a 45,5 quilômetros da queda de rochas, e delas três pessoas chegaram imobilizadas, mas conscientes, enquanto as outras "apresentam quadros menos graves". Pessoas afetadas também foram transportadas a outras cidades próximas.
Pedro Aihara, tenente dos bombeiros de Minas, confirmou uma morte à emissora CNN Brasil, e acrescentou que houve de 70 a 100 pessoas no local, das quais 15 e 20 "foram afetadas". Quanto às águas em que aconteceu o incidente, estão isoladas e fechadas.
A Marinha relatou que vai instaurar inquérito para "apurar causas, circunstâncias do acidente/fato ocorrido".
Via https://br.sputniknews.com/

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Brasil fica para trás na corrida global do mercado econômico espacial com baixo investimento e falta de marco regulatório

 Olá, Leitora! Olá, Leitor!


Segue abaixo a excelente matéria "Brasil fica para trás na corrida global do mercado econômico espacial com baixo investimento e falta de marco regulatório", publicada no Portal de Notícia da Jovem Pan no dia 1o de janeiro, tratando sobre o cenário atual do programa e das atividades espaciais no Brasil e o quanto estamos estagnados quando comparados com o restante do mundo.

A matéria, que conta com entrevistas a diversos especialista do setor espacial e de defesa, empresas e startups em unísono destaca a falta de governança, gestão, articulação, amparo legal e financiamento (público e privado) para que as atividades e a economia espacial no Brasil deslanchem e acompanhem o fenômeno que vem acontecendo em todo mundo.

Quem acompanha o BS sabe o quanto destacamos a qualidade e a criatividade dos nossos pesquisadores, cientistas e engenheiros aeroespaciais, bem como a capacidade nas nossas empresas e startups espaciais, ficando claro o quanto a falta de uma estratégia nacional e uma política nacional do espaço, além dos problemas de governança e gestão, são fatores que nos mantem em um ciclo vicioso, há muitos anos.

Brazilian Space


Brasil fica para trás na corrida global do mercado econômico espacial com baixo investimento e falta de marco regulatório


País tem vantagens relevantes como o Centro de Lançamentos de Alcântara, mas não acompanha avanços de outras nações; especialistas veem necessidade de ação do governo para explorar oportunidades como turismo espacial, fábricas orbitais e estações lunares.


Satélite em órbita da Terra em imagem divulgada pela Agência Espacial Europeia, que mostra o Sentinel-6, dedicado a medir o nível do mar
EUROPEAN SPACE AGENCY / AFP / 19.nov.2020

A primeira missão ao espaço tripulada unicamente por civis foi e voltou em segurança. Um ator de 90 anos se tornou o homem mais velho a ficar em órbita. Os feitos realizados pela SpaceX, empresa de Elon Musk, e pela Blue Origin, de Jeff Bezos, são exemplos de como o mercado econômico espacial está se desenvolvendo através da iniciativa privada, com a criação de novas tecnologias. A previsão é que o setor, hoje estimado em US$ 440 bilhões, chegue a US$ 1 trilhão antes de 2030. O Brasil, embora tenha alguns atrativos importantes para desenvolver o setor, pouco investe e fica para trás até de outros países emergentes. 

O mercado espacial tem diversas possibilidades, começando com o turismo espacial, a ida de pessoas ao espaço para ver o planeta Terra de fora. Outras são a instalação de fábricas orbitais, para a produção de equipamentos em baixa gravidade, a construção de estações lunares para permitir ocupação contínua da lua ou de rebocadores, para levar naves de um lugar a outro. Outras vertentes de diversos setores podem ser encontradas, como transporte (para levar pessoas e máquinas da Terra para o espaço e vice-versa, do espaço a outros lugares no espaço, ou do espaço à superfície planetária de outros planetas). Também pode ser usado para pesquisa, com estudo e desenvolvimento de habitats de outras espécies, questões de suporte à vida, com aplicações na biomedicina, e ser utilizado nos setores de comunicação e energia, desde a captura até a transmissão e armazenamento. Por fim, cadeias de suprimentos podem ser formadas tendo o cosmo como parte integrante, utilizando o serviço de satélites, ou a partir do momento em que se consiga realizar a mineração em asteroides, satélites, cometas e outros planetas, além da distribuição e armazenamento do material obtido. Até o lixo espacial pode ser utilizado, como fonte de matéria-prima ou para empresas serem pagas para retirá-lo de órbita.

“Diversos sistemas já dependem do espaço e não percebemos, como o serviço de telecomunicações, o monitoramento de mineração e de plantações, além de um serviço corriqueiro que é o de geolocalização. Máquinas de cartão e o setor de energia também usam bastante. Algumas outras coisas que estão acontecendo ou podem vir a acontecer em breve são a mineração de hélio 3 na superfície da Lua, onde abrigos devem ser construídos; a retirada de lixo espacial e a fabricação de materiais em microgravidade, conforme haja uma queda do valor de transporte de cargas úteis ao espaço”, explica o brigadeiro da reserva José Vagner Vital, hoje membro do Sindicato Nacional das Indústrias de Defesa (Simde). O Brasil tem alguns trunfos para participar do mercado espacial, como a existência de sete faculdades de engenharia aeroespacial, a dimensão continental do território, o câmbio, a mão de obra barata e relativamente qualificada, a tecnologia aérea bem desenvolvida pela Embraer e, principalmente, o Centro de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão. Pela posição geográfica próxima à Linha do Equador, os foguetes lançados do centro maranhense economizam combustível, o que o torna mais atrativo em relação aos de outros países. 

Contudo, o Brasil patina em formar um ecossistema de empresas do setor espacial que se sustentem, embora algumas já existam. “As nossas conquistas seriam perfeitas para as décadas de 80 e 90. Não há consumo sistemático do governo para os produtos espaciais de empresas brasileiras, o que minimiza as possibilidades de mercado. Cada pasta tem que resolver seu problema, assim o Ministério da Comunicação faz um contrato com uma, a Polícia Federal acha outra empresa para usar imagens de satélite e por aí vai”, afirma Vital. “O governo é importante para garantir a viabilidade comercial das empresas. Até o Elon Musk e o Jeff Bezos brigam pelos contratos da Nasa. Falta um mercado que garanta que as empresas brasileiras vão conseguir vender seus produtos e, a partir daí, inovar e gerar um portfólio de produtos que poderão ser oferecidos também ao setor privado”, comenta o brigadeiro da reserva. 

Como exemplo, ele cita a Índia, país que criou o Ministério do Espaço em 1972, e instituiu um limiar de compra mínimo de produtos e serviços – hoje, a Índia investe anualmente cerca de US$ 1,29 bilhão e recebe US$ 8,8 bilhões no setor espacial. O país asiático abocanha uma fatia de 2% do mercado, mas tem planos de chegar a 10% com o crescimento de investimentos privados. O Brasil, por sua vez, tinha uma previsão de investir R$ 135 milhões na Agência Espacial Brasileira (AEB) em 2021 (cerca de US$ 23,5 milhões na cotação atual), segundo dados do Portal da Transparência, mantido pelo governo. Até mesmo a Argentina tem um caso de sucesso com a empresa Satellogic, criada por um investidor do país que esteve presente no Vale do Silício e percebeu o mercado em expansão. Com 17 satélites já lançados e prevendo chegar a 80, para aplicações em mapeamento e produção de imagens em alta resolução, a Satellogic recebeu investimento de um fundo brasileiro, que não encontrou empresas espaciais brasileiras que considerou tão promissoras. 

Empresários brasileiros do setor ouvidos pela reportagem concordam com a avaliação de Vital sobre a importância da atuação do governo. “Seria importante que o governo fomentasse um ecossistema. Empresas pequenas inovadoras não recebem aporte e não conseguem demonstrar capacidade, logo não conseguem receber investimento de investidores-anjos ou fundos de investimento, e não se tornam competitivas”, avalia Oswaldo Loureda, fundador da empresa ACrux. Para Loureda, seria crucial o governo publicar editais e licitações no qual solicita que empresas de diferentes tamanhos cooperem e trabalhem em conjunto – três pequenas, duas médias e uma grande, por exemplo. Tanto o brigadeiro Vital como os membros do setor privado citam que o Centro de Lançamentos de Alcântara poderia fomentar o surgimento de empresas aeroespaciais em seu entorno. O centro poderá ser utilizado para lançamentos por empresas privadas a partir do próximo ano, após o Brasil assinar um acordo de salvaguardas tecnológicas com os Estados Unidos que foi aprovado no Congresso em 2019 e dois editais serem realizados pela AEB em 2020 e 2021.

Em 2019, Brasil e Estados Unidos assinaram o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas, que permite a exploração comercial do Centro Espacial de Alcântara, possibilitando que qualquer veículo que tenha algum componente americano possa ser lançado daqui. Dois editais para lançamentos foram realizados em 2020 e 2021, e ocorrerão em 2022 – Lisandra Paraguassu/Estadão Conteúdo

O que fazer para alavancar o Brasil na economia espacial 

Um dos possíveis caminhos para a melhora da situação seria a criação de um marco regulatório. “Nele precisa estar o regime de aquisições, fomento, programas de utilização das tecnologias, produtos e serviços. E poderá tornar o ambiente de negócios menos hostil, além de criar ferramentas que facilitem a entrada de empresas. Mas, para isso, precisa ter um órgão federal conduzindo as discussões com a sociedade e o setor privado, e hoje não tem”, afirma o brigadeiro. A situação pode começar a melhorar com a criação do Conselho Nacional do Espaço: o encaminhamento para um decreto que cria o órgão foi aprovado em reunião do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, liderada pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, em 16 de dezembro. No futuro, também há planos para a criação de uma Secretaria Extraordinária do Espaço. 

Ainda em termos de legislação, outra mudança importante é a proposta de lei complementar (PLP) 244/2020, de autoria do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), que determina que as empresas de defesa tenham o mesmo regime tributário das estrangeiras, incluindo as espaciais. “As estrangeiras, quando vendem produtos para cá, têm vantagem competitiva pelos impostos dos países delas. Minha ideia é que fiquemos em pé de igualdade. Se dermos isonomia, as empresas nacionais conseguem competir, se tornarem viáveis”, afirmou o deputado ao portal da Jovem Pan. O texto está na Comissão de Tributação e Finanças da Câmara desde julho de 2021. O parlamentar também destaca que o setor espacial é uma das três novas fronteiras de defesa na qual o Brasil está atrasado (as outras duas são cibernética e nuclear, além das tradicionais terra, mar e ar), e que é necessário desenvolver tecnologia e patentes próprias para não depender de outros países – embora acordos tecnológicos com os Estados Unidos e as nações europeias possam ser bastante benéficos, agora que a confidencialidade está garantida pelo acordo de salvaguardas. Orleans e Bragança é um dos membros da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara e, junto ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), foi um dos parlamentares que demonstrou interesse pelo tema recentemente. 

Quais são os benefícios da tecnologia espacial 

Outro problema citado por empresários brasileiros e investidores é a falta de consciência de outros setores privados sobre os benefícios que a tecnologia espacial pode trazer. “Quando conversamos com empresários da mineração e do setor agrícola, por exemplo, a primeira pergunta que é feita é ‘quanto vou economizar com isso?’, e às vezes não é algo que se possa responder de cara. Tentamos mostrar os benefícios a longo prazo para convencê-los”, comenta Marcelo Essado, CEO da empresa EMSYS Space Systems e presidente da Aliança das Startups Espaciais Brasileiras (ASB). Na mesma linha, Loureda diz que é preciso ‘evangelizar’ o mercado e os investidores, para demonstrar que empresas pequenas disruptivas também podem inovar dentro do Brasil. 

Duas tendências parecem se sobressair entre os empresários ouvidos pela reportagem: a primeira é a da busca pela internacionalização, com a busca por clientes no exterior, já que o mercado brasileiro ainda está pouco desenvolvido. Contudo, ainda é necessário que as empresas cumpram alguns passos. “É importante que sejam criadas pelo governo as condições iniciais para que elas ingressem no mercado internacional. Uma delas é a qualificação das suas tecnologias para voo, a outra é a criação do famoso histórico de voo. Se as tecnologias das empresas nacionais não forem qualificadas em voo, dificilmente conseguirão colocar seus produtos no mercado internacional. Essa é uma barreira de entrada que somente através dos projetos governamentais no setor espacial é possível de ser quebrada”, afirma Célio Vaz, CEO da empresa Orbital, que ultrapassou esse limite e venceu uma concorrência privada no Reino Unido. 

Outro ponto sobre a internacionalização é a importância de parcerias, de acordo com Sidney Nakahodo, sócio-diretor da Seldor Capital, fundo de investimentos de Nova York com foco em start-ups espaciais.  “Mais importante do que encontrar potenciais clientes para tecnologias nacionais é identificar parceiros que nos permitam ser globalmente competitivos. Nesse contexto, sem dúvida existem grandes oportunidades para colaboração tanto Norte-Sul quanto Sul-Sul. Por exemplo, em meados deste ano o Brasil lançou recentemente um satélite construído em colaboração com a Argentina e que foi alçado ao espaço num foguete indiano. O INPE faz parte de um consórcio que disponibiliza imagens de satélites para nações africanas. A América Latina talvez ofereça as melhores opções no curto prazo para o desenvolvimento de iniciativas conjuntas. Eventualmente, tais atividades poderão gerar retornos tangíveis e intangíveis para todas as partes envolvidas”, diz Nakahodo. “Precisamos fazer conexões ao mercado global em setores que o país já compete bem, porque o mercado espacial é global por natureza”, concorda Lucas Fonseca, CEO da empresa Airvantis, que ajuda quem está querendo começar a usar o espaço nos negócios – por exemplo, uma farmacêutica que testa seus remédios em órbita. 

A outra tendência é o otimismo. Com o crescimento do mercado espacial e a possibilidade de internacionalização das empresas, além das vantagens que o Brasil já possui, tanto especialistas como empresários apostam que o país é capaz de inovar, desenvolver tecnologias e competir globalmente, apesar de estar atrás até mesmo de outras nações em desenvolvimento na atualidade.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Agente do Serviço Secreto EXTRATERRESTRE Revelado na Conferência AIPAC de 2013

 

Data do avistamento:  6 de fevereiro de 2013

Local do avistamento:  Conferência no Centro de Convenções de Washington

Vídeo da Source News:  https://www.youtube.com/watch?v=vy2wQCDbbyQ&t=0s 

Alienígenas entre nós. Muitos de nós já ouvimos histórias sobre abduções e até mesmo sobre muitas espécies de alienígenas que vivem entre nós. Alguns se parecem conosco com a forma humana, outros não e devem usar sua tecnologia para se disfarçarem como um de nós. A maioria dos alienígenas trabalha em posições influentes, mas alguns preferem trabalhar na área de tecnologia pensando que seria a melhor maneira de melhorar a humanidade ... por meio da tecnologia. 

Aqui vemos o presidente Obama fazendo um discurso  no Centro de Convenções de Washington. Enquanto a câmera de TV passa pela multidão vemos vários agentes do Serviço Secreto vigiando ... um dos quais parece ser um alienígena que muitos estão chamando de espécie reptiliana. 

As câmeras digitais são conhecidas por ver mais do que o olho humano e também podem ir muito além, em outros espectros de luz, permitindo que a câmera veja a imagem real. Por exemplo uma lente infravermelha em uma camcorder Sony permite que você veja orbs invisíveis ou OVNIs muito claramente no céu durante o dia, mas você quase nunca verá esses objetos com os olhos. Talvez seja isso o que aconteceu com o extraterrestre que trabalhava como agente do Serviço Secreto de Obama. 

Realmente faz sentido. Coloque um alienígena perto de Obama o tempo todo para ajudar a protegê-lo e a manipular seus pensamentos e ações por meio da telepatia. Os presidentes dos EUA ... podem ser apenas fantoches. Fonte 

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Sultan Kosen - o descendente de Golias

 Esses são Sultan Kosen, o homem mais alto do mundo, ao lado de Jyoti Amge, a mulher mais baixa do mundo, de acordo com o Guinness. O grandão Kosen tem 38 anos, e nasceu na Turquia. Ele mede 2,465 metros de altura. Jyoti é indiana, tem 28 anos e mede 62,8 centímetros de altura.

São praticamente 1,8 metros que separam os dois! O encontro ocorreu em 2018, no Egito.
Pode ser uma imagem de 2 pessoas, pessoas em pé e ao ar livre

A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos

 


Barão de Guaraciaba

CRÉDITO,

MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA

Legenda da foto,

Almeida fazia parte de um pequeno grupo de mestiços de origem africana que conseguiram ascender financeira e socialmente

Um próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do Império, dono de imensas fazendas de café, centenas de escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina hidrelétrica e, para completar a cereja do bolo, de um título de barão concedido pela própria Princesa Isabel. A biografia do empresário mineiro Francisco Paulo de Almeida, o Barão de Guaraciaba, não seria muito diferente de outros nobres da época não fosse um detalhe importante: ele era negro em um país de escravos.

No ano em que a Lei Áurea completa 130 anos, vale a pena conhecer a trajetória do primeiro e mais bem-sucedido barão negro do Império, um personagem praticamente desconhecido na História do Brasil. Empreendedor de mão cheia e com grande visão de negócios em um país ainda essencialmente agrário, ele tem uma trajetória que lembra a de outro barão empreendedor do Império, este bem mais famoso: o Barão de Mauá.

Com um patrimônio acumulado de 700 mil contos de réis, que garantia ao dono status de bilionário na época em que viveu, Almeida nasceu em Lagoa Dourada, na época um arraial próximo a São João del Rei, no interior de Minas Gerais, em 1826.

A origem da sua família é pouco conhecida. Filho de um modesto comerciante local chamado Antônio José de Almeida, na certidão de batismo consta como nome da mãe apenas "Palolina", que teria sido uma escrava. "Infelizmente não sabemos o destino de Palolina e a quem ela pertencia, mas, sim, ela era escrava", afirma o historiador Carlos Alberto Dias Ferreira, autor do livro Barão de Guaraciaba - Um Negro no Brasil Império.

CRÉDITO,

MÔNICA DE SOUZA DESTRO / ARQUIVO DA FAMÍLIA

Legenda da foto,

A secretária administrativa Mônica de Souza Destro, trineta do barão, é hoje a guardiã da história da família

O nome, porém, provoca discussões entre os descendentes do barão, já que, por um erro de grafia no registro, "Palolina", na verdade, seria Galdina Alberta do Espirito Santo, esposa de Antônio e considerada pelo próprio barão sua legítima mãe. "Certamente seu pai ou mãe tinham ascendência negra, mas não existe nenhum registro provando que ele era filho de escravo ou escrava", afirma a trineta do barão e guardiã da história da família, a secretária administrativa Mônica de Souza Destro, que mora em Juiz de Fora (MG).

https://www.bbc.com/portuguese/brasil

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

A SAGA DE SOBREVIVER



Imagine nascer em 1900. Quando está com 14 anos a Primeira Guerra Mundial começa e termina quando você completa 18 anos, resultando em mais de 22 milhões de mortos.

Logo após isso, uma pandemia mundial, uma gripe chamada ′′ Espanhola ", vitimiza 50 milhões de pessoas. Aos 20 anos, você consegue sobreviver e continuar sua vida.

Então, aos 29 anos, sobrevive à crise econômica global que começou com o colapso da Bolsa de Valores de Nova Iorque causando inflação, desemprego e fome.

Os nazistas chegam ao poder quando você completa 33. Aos 39, a 2ª Guerra Mundial começa e termina quando você já tem 45 anos. Durante o Holocausto (Shoah), 6 milhões de judeus morrem.

Haverá um total de mais de 60 milhões de mortos. Quando você atinge os 52, a Guerra Coreana começa.

Quando completa 64 anos, a guerra do Vietnã começa e termina quando atinge os 75 anos. Um bebê nascido em 1985 acredita que os avós não fazem ideia de como a vida é difícil e sobreviveu a várias guerras e desastres.

Um bebê nascido em 2005, acredita que é fim do mundo quando seu pacote Amazon demora mais de três dias para chegar ou se ele não ultrapassa 15 curtidas por sua foto postada no Facebook ou Instagram...

Em 2021, muitos de nós vivemos em conforto, temos acesso a várias fontes de entretenimento em casa e muitas vezes temos mais do que necessário e, apesar dos problemas, podemos dizer que temos uma vida infinitamente melhor que nossos antepassados.

Mas mesmo assim, as pessoas reclamam de tudo. Elas têm eletricidade, telefone, comida, água quente e um telhado sobre as suas cabeças, mas ainda estão infelizes, incompletas.

Mas a humanidade sobreviveu a circunstâncias muito mais sérias e nunca perdeu a alegria da vida.
Talvez esteja na hora de ser menos egoísta, parar de reclamar e começar a viver, se importando mais com o próximo.

domingo, 5 de dezembro de 2021

Os alienígenas já estão nos observando!?

 


Terça-feira, 23 de novembro de 2021, 01:48 da manhã, na minha sala de telescópio, encontrei um flash perto de ORION que observei com minha câmera SIOnyx Aurora Pro, peguei minha outra câmera com a lente de 300 mm, filmei com os tripés .

Muito estranho, este grande OVNI alienígena que pisca por 22 segundos e meio, aviões normais piscam a cada segundo.

As estrelas, assim como nossos planetas, passam lentamente para a direita, nossa terra gira normalmente, o OVNI monitora nossa terra da atmosfera

ISS (ZARYA) passa de oeste para leste por no máximo 10 minutos, o OVNI não se move

Já vi isso em 2020, 2019 ..., as diferenças de flash variam de 10 seg, 23, 35, 50 ...

Por que os flashes de extraterrestres? certamente por segurança, ou para ser visto?


https://aliensgia.blogspot.com/2021/12/les-extraterrestres-nous-observent-ils.html

2 OVNIs parecem mudar de cor em rotação, Culver, Oregon, 9 de novembro de 2021


 

Um cinegrafista disse: "2 orbs procurando por mudanças de cor estão se movendo, pareciam uma estrela piscando no início, comecei a filmar em zoom total. 4,54 segundos com meu celular, apareceu um pulso branco antes de desaparecer."


https://aliensgia.blogspot.com/2021/12/2-ovnis-semblent-changer-de-couleur-en.html

6º BPM de Caicó - São João do Sabugi e Ipueira passam a compor área de atuação





O Diário Oficial do Estado, deste sábado (04), trouxe uma reestruturação na Polícia Militar do RN. Na área do 6º BPM, com sede em Caicó, mais duas cidades foram incorporadas, são elas, São João do Sabugi e Ipueira, que antes pertenciam a 5ª CIPM de Jardim de Piranhas.

Com isso, a área do 6º BPM, agora, é composta por Caicó, Cruzeta, Ipueira, Jardim do SeridóJucurutu, Ouro Branco, São João do Sabugi e São José do Seridó.

Na sede em Caicó, funciona a 1ª Companhia de Polícia Militar – CPM; Em Jardim do Seridó, a 2ª CPM e em Jucurutu, a 3ª CPM.

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