quinta-feira, 19 de abril de 2018

Cruzex 2018 no céu do seridó/RN.


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Caças perseguindo ufos
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Caças perseguindo ufos
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A Prefeitura Municipal de Caicó teve a honra de receber hoje a visita oficial da equipe técnica de militares da Força Aérea Brasileira responsáveis pela fase de implantação do projeto Cruzex Flight 2018 onde o município irá ser parceiro da FAB cedendo uma área onde serão instalados no período da operação, o QG e o sistema de radares, além da pista de nosso aeroporto.
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Assim, em novembro deste ano, teremos nos céus de Caicó e da região do Seridó, aeronaves de combate de 23 países que irão fazer parte desse exercício internacional.
Dessa forma o nome de Caicó irá figurar a partir de setembro deste ano em todos os sites oficiais de a viação como área membro do exercício e irá trazer para nossa cidade um efetivo de 60 militares que irão utilizar nossa rede hoteleira e de restaurantes, além de atrair turistas entusiastas da área.
“Um grande avanço da gestão em uma parceria importante para a segurança nacional”, disse o Subtenente Marcelo Coelho.

Prefeitura de São João do Sabugi lança novo canal de comunicação junto à população


A Prefeitura de São João do Sabugi lançou na manhã desta quarta-feira (18) através de sua página no facebook, um novo canal de comunicação entre a população e a gestão, o canal chama-se FALAKI.
Através de um número de WhatsApp, o cidadão ou cidadã poderá reivindicar, reclamar, elogiar, dar sugestões e solicitar serviços.
O novo canal é ligado diretamente com o gabinete da prefeita, que de acordo com a sua mensagem irá lhe direcionar para o setor responsável, fazendo assim com que seu pedido seja atendido o mais breve possível.
O sigilo do seu contato será mantido sempre, portanto fiquem a vontade para fazer um gestão participativa e democrática.
Via F.Silva

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Governo Michel Temer - Gari e amigos caladinhos!



Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o aumento de 14,81% na conta de luz de consumidores residenciais do Rio Grande do Norte. Para os consumidores de alta tensão, o aumento é de 17,47%. O reajuste entra em vigor no dia 22 de abril.

A decisão foi tomada durante a reunião púbica realizada nesta terça-feira (17). Segundo a Aneel, a revisão tarifária periódica reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica, em intervalo médio de quatro anos.De acordo com a Aneel, a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) atende 1,4 milhão de consumidores em todo o estado.
Via P Barra Pesada

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua


Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (16/04) no site do Sputnik News Brasil destacando que por pouco a Terra não foi atingida por asteroide gigante que sobrevoou a órbita entre Terra e a Lua.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante
Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua

Sputnik News Brasil


Foto: © flickr.com/ Hubble ESA

Com apenas algumas horas de antecipação, um asteroide relativamente grande passou pela órbita da Terra-Lua no fim de semana. Você pode ter perdido o evento, já que cientistas só notaram o corpo celeste momentos antes da aproximação.

O asteroide foi descoberto pela Catalina Sky Survey da Universidade do Arizona em 14 de abril. O corpo, nomeado 2018 GE3, sobrevoou a órbita da lua horas depois de descoberto. O astrônomo amador austríaco Michael Jäger registrou o objeto passando pelas constelações do sul de Serprens.


"O 2018 GE3 é o maior asteroide conhecido a passar tão perto da Terra na história da observação", disse Jäger, citado pela NASA Spaceweather. 

"A intensidade da luz refletida no 2018 GE3 indica que ele teria entre 47 e 109 metros 157 de largura. Ele estava brilhando como uma estrela de magnitude 13 na época de minhas observações", disse Jäger.

Se o asteroide tivesse atingido a Terra, a devastação teria sido regional, mas não global, e é possível que o 2018 GE3 pudesse se desintegrar na atmosfera antes mesmo de chegar ao nosso planeta. Certeza não há, já que mapear as trajetórias de impacto de objetos que caem na Terra é notoriamente difícil.

Na semana passada, a Sputnik informou que a NASA está lutando para rastrear 17.000 grandes objetos próximos da Terra (NEOs na sigla em inglês), incluindo asteroides. O Congresso encarregou a NASA de rastrear todos os objetos com mais de 140 metros de largura.

Em 2020, a NASA planeja dar um teste duplo de asteroide de redirecionamento (DART). O DART teoricamente funciona mergulhando em um asteroide e derrubando-o em rota de colisão.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, a natureza continua avisando. Hoje para a Comunidade Astronômica internacional não é mais uma questão de se seremos ou não atingidos futuramente por um asteroide ou cometa, e sim quando isto ocorrerá. Apesar desta certeza cientifica não há ainda uma mobilização planetária para se desenvolver tecnologias que salve a humanidade. A ONU deveria esta debruçada neste momento na busca de cobrar dos seus países membros uma mobilização conjunta para o desenvolvimento de um escudo de defesa planetária. Precisamos amadurecer como espécie de quisermos sobreviver neste universo perigoso, ou mais cedo ou mais tarde faremos parte das civilizações que certamente desapareceram devido a sua arrogância e infantilidade como espécie.

Barragem Armando Ribeiro volta a cobrir as ruínas da antiga São Rafael



Em menos de 24 horas, as águas da Armando Ribeiro Gonçalves, o maior reservatório do Rio Grande do Norte, avançaram e começaram a cobrir, novamente, a igreja abandonada da antiga São Rafael, cidade que foi inundada no início dos anos 1980 para a construção da barragem.
A população que vive próxima à antiga São Rafael já percebe o aumento do nível da barragem. Vídeos mostram o avanço das águas. Na tarde desta segunda-feira (16), as águas já chegavam a um barzinho montado em meio às ruínas da antiga cidade. Já em novo registro na manhã desta terça-feira (17), as águas do reservatório já se aproximavam da escadaria da igreja abandonada. Outro vídeo filmado no início desta tarde já mostra o nível da água, que já cobre o primeiro degrau das escadas.


A Barragem Armando Robeiro Gonçalves, o maior reservatório do estado, abastece 40 cidades da região Oeste do estado, mais de 640 mil pessoas, e deixou o volume morto após as chuvas dos últimos dias. Segundo relatório atualizado do Instituto de Gestão de Águas do RN (Igarn), o reservatório chegou a um volume de 481 milhões de metros cúbicos, o que representa 20,05% de sua capacidade total.

G1rn

Celebração ecumênica encerra 7º dia de assembleia da CNBB



A noite desta terça-feira, 17 de abril, na 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi marcada pela celebração ecumênica das Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Estiveram presentes, além da Igreja Católica Apostólica Romana, representantes da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida, Unidade Missionária Cristã e Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.
O Bispo Referencial para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso da CNBB e Bispo de Barra do Piraí (RJ), Dom Francisco Biasin fez as boas-vindas e ressaltou que em 2018 é ano de celebrar muitas datas, pois são os 110 anos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, 70 anos do Conselho Mundial de Igrejas e 45 anos da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Já o pastor Inácio Lencke, da Igreja Luterana se demostrou grato pelo convite. “Estamos juntos nos desafios diaconais. É cristo que nos motiva aos pequenos que precisam da nossa voz. Queremos estar juntos com os bispos nessa caminhada”.
A pastora Sonia Rota, da Igreja Presbiteriana disse que trabalhar em prol dos membros menos favorecidos e participar da celebração é sempre renovar a certeza de que somos todos membros do corpo de Cristo. “É esta a certeza que nos une. Que possamos dar o testemunho, e que possamos ser comprometidos com o mundo que sofre”, acrescentou.
Também partilhou do mesmo espírito a pastora moderadora da Igreja Presbiteriana Unida Anita Wright, ao explicar que é graças ao Conic que existe um grande abraço para que a caminhada continue firme.
A reflexão da noite ficou por conta do pastor Jose Carlos Marion da Unidade Missionária Cristã. Ele elogiou a celebração ecumênica, a semana de oração, entre outras iniciativas, além de refletir sobre a inconformidade com a divisão dos cristãos. “Quando chegarmos na unidade os frutos serão muitos, pois uma Igreja fragmentada em 38 mil tipos de denominações cristãs diferentes em todo o mundo, não pode por si ser atraente. Que alcancemos o modelo da Igreja primitiva, quando judeus e pagãos se olhavam e diziam: ‘vejam como eles se amam uns aos outros. Que a mão de Deus que nos une nos leve para que o mundo todo conheça a Deus”.

ONU celebra 57 anos do início da era espacial

ONU celebra 57 anos do início da era espacial
Estas fotos históricas só recentemente foram divulgadas pela agência espacial russa Roscosmos, tiradas por um engenheiro enquanto Gagarin se dirigia para o seu voo histórico.[Imagem: Roscosmos/Evgeny A. Sivukhin]
Humanidade espacial
A ONU celebra nesta quinta-feira o Dia Internacional do Voo Espacial Humano.
A data foi criada para "marcar o início da era espacial para a humanidade".
A comemoração relembra o dia 12 de abril de 1961, quando o astronauta soviético Yuri Gagarintornou-se o primeiro homem a ir para o espaço, orbitando a Terra a bordo da Vostok 1, nave que tinha 4,4 metros (m) de comprimento, 2,4 m de diâmetro e pesava 4.725 quilogramas.
Segundo a ONU, "este evento histórico abriu o caminho para a exploração espacial, beneficiando toda a humanidade".
O Dia Internacional do Voo Espacial é uma oportunidade para destacar a contribuição da ciência e da tecnologia para a conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e garantir que o espaço seja utilizado apenas para fins pacíficos.
Astronauta brasileiro
Visando promover a cooperação internacional para o uso pacífico e exploratório do espaço, garantindo que as tecnologias espaciais continuem beneficiando diversos setores da vida humana, as Nações Unidas mantêm o Escritório para Assuntos do Espaço (Unoosa, na sigla em inglês), que busca regular o setor.
O setor agrícola, por exemplo, depende de informações de satélites para monitorar solos e eventos climáticos como secas e chuvas, informações essenciais para o sucesso das plantações e colheitas. Já os satélites de comunicação enviam sinais de voz, vídeo e imagens, tornando possível virtualmente tudo o que consideramos como tecnologia da informação.
O site oficial do Unoosa traz uma galeria de fotos com mensagens de exploradores de vários países, incluindo o astronauta brasileiro Marcos Pontes, que diz que "o futuro da humanidade é apoiado pela educação, ciência e tecnologia. É nosso dever preparar as gerações futuras para termos um planeta sustentável". Marcos Pontes é também "cosmonauta", como Gagarin, tendo ido ao espaço a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, em 30 de março de 2006.
Marcos Pontes é também embaixador da Boa Vontade do Escritório da ONU para o Desenvolvimento Industrial (Unido).

terça-feira, 17 de abril de 2018

Os Astecas e a lenda dos Cinco Sóis


OUTROS MUNDOS EXISTIRAM ANTES DESTE, SEGUNDO OS ASTECAS

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De acordo com a, assim chamada, lenda dos cinco sóis, outros mundos existiram antes do mundo em que vivemos hoje. A lenda dos cinco sóis explica as crenças que os astecas tinham em que outros mundos existiram antes do deles. De acordo com os astecas, houve quatro mundos ou sóis anteriores, como eles os chamavam, cada um governado por um deus específico, uma raça humana única e devastada por um fenômeno natural diferente. Cada um desses sóis estava ligado aos elementos básicos: terra, água, ar e fogo. Cada um desses elementos estava relacionado não apenas à natureza e sua composição, mas também à sua destruição. Existem várias versões desse mito, já que as informações não estão completas e a ordem geralmente muda. Esta versão é baseada na história dos mexicanos e suas pinturas.

O primeiro Sol – Tezcatlipoca

Nahui-Ocelotl (Sol Onça) – Habitantes eram gigantes que foram devorados por onças. O mundo foi destruído.
Tezcatlipoca foi o primeiro sol a iluminar o mundo. Tezcatlipoca foi o sol por 676 anos.
Para o mundo ser completo, a grande fonte de energia – o Sol – tinha que ser criada. O Sol é a chave para os ciclos nos mitos da criação asteca. No entanto, o Sol é tão poderoso que não pode ser criado. De acordo com os astecas, o Sol só pode vir após o sacrifício de um deus: Tezcatlipoca. No entanto, o poderoso deus Tezcatlipoca só conseguiu se tornar meio sol, tornando esta primeira criação incompleta. Durante a primeira era, os deuses criaram gigantes das cinzas e lhes deram bolotas para comer. Quando Tezcatlipoca deixou de ser o Sol, todos os gigantes foram comidos por onças e nenhum deles permaneceu.
Tezcatlipoca deixou de ser Sol porque Quetzalcoatl o derrubou do céu.
Com raiva, Tezcatlipoca enviou onças para destruir os gigantes.
Este mundo desapareceu por tremores e o homem foi devorado pelas onças.

O segundo Sol – Ehecatonatiuh

Nahui-Ehécatl (Sol do vento) – Habitantes foram transformados em macacos. Este mundo foi destruído por furacões.
Durante o segundo Sol, os seres humanos foram criados como existem agora, tamanho normal. Os deuses davam aos humanos nozes para comer e a humanidade existia pacificamente. No entanto, o povo tornou-se corrupto e vingativo, e Tezcatlipoca transformou-os em macacos. Furioso, por causa disso, Quetzalcoatl enviou um furacão para soprar os macacos para longe.
Quetzalcoatl foi o Sol por 675 anos até que Tezcatlipoca o destruiu.

O terceiro Sol – Tletonatiuh

Nahui-Quiahuitl (Chuva do Sol) – Habitantes foram destruídos por uma chuva de fogo. Somente os pássaros sobreviveram (ou os habitantes sobreviveram tornando-se pássaros).
Tlaloc foi uma das primeiras criações dos deuses, o deus da chuva e da água. Tlaloc foi o próximo Sol. No entanto, assim como com os mortais, problemas pessoais se tornaram sua queda. Tezcatlipoca foi o instigador. Durante o terceiro domingo, Tezcatlipoca roubou a esposa de Tlaloc (Xochiquetzal), e Tlaloc ficou de coração partido. Ele brilhou como o Sol, mas se recusou a enviar chuva, apesar de ser o deus da chuva e dos apelos do povo. Logo depois, uma terrível seca varreu a Terra e, finalmente enfurecido, Tlaloc fez chover, mas com fogo, causando a destruição do mundo, queimando tudo.
O terceiro sol e durou 364 anos.

O quarto Sol – Atonatiuh

Nahui-Atl (Sol da Água) – Este mundo foi inundado, transformando os habitantes em peixes. Um casal escapou, mas foi transformado em cachorros.
Durante o Quarto Sol, a irmã de Tlaloc – Calchiuhtlicue – foi escolhida para ser o Sol. No entanto, cheios de ciúmes, Tezcatlipoca e Quetzalcoatl derrubaram o Sol. Quando Calchiuhtlicue caiu, o céu se abriu e a água inundou a Terra, causando a destruição do mundo.
Chalchiuhtlicue durou 312 anos dando origem aos peixes-homens, que na época comiam fivecopi, uma semente semelhante ao milho.

O quinto Sol – A Criação do Homem

Nahui-Ollin (Sol terremoto) – Somos os habitantes deste mundo. Este mundo será destruído por terremotos (ou um grande terremoto).

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Os deuses decidiram que, como havia um mundo novo, a recriação do homem era necessária para povoar a Terra.
De acordo com o mito, Quetzalcoatl teve que ir para o submundo para recuperar os ossos humanos da última era, isto é, a raça que foi transformada em peixe pelo dilúvio.
O submundo era um lugar perigoso conhecido como Mictlan, governado por Mictlantecuhtli, senhor do submundo.

Aécio Neves se torna oficialmente réu por corrupção e obstrução de Justiça

Aécio Neves durante uma sessão no Senado sobre impeachment de Dilma Rousseff (foto de arquivo)

Por unanimidade, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) resolveu acatar a denúncia contra o senador mineiro e ex-candidato presidencial, Aécio Neves. O tucano agora é oficialmente réu em ação penal e vai responder pelo recebimento de propina de R$2 mi da JBS, além de acusações de tentativas de obstruir a Lava-Jato.
Marco Aurélio, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Alexandre de Moraes decidiram aceitar denúncia de corrupção passiva contra o senador mineiro Aécio Neves. Já no pedido de ação por obstrução da justiça, Moraes foi voto vencido ao ser o único a votar contra o recebimento da denúncia, sendo aprovado em 4 a 1.
A Procuradoria Geral da República sustenta que Aécio usou o cargo de senador "para isentar investigados de crimes relativos a recursos de campanha (…), constranger e ameaçar autoridades do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia com projeto de lei de abuso de autoridade e para direcionar delegados federais para atuar em inquéritos de seu interesse”.

Advogados de Aécio tentaram invalidar as provas obtidas com a delação da JBS, o que foi rejeitado. O caso também não foi remetido ao plenário da Corte, na qual todos os 11 ministros do STF votariam. A Defesa ainda tentou remeter parte do processo à primeira instância, mas o pedido foi negado pelos ministros.
Além de Aécio, foram denunciados de corrupção passiva a irmã dele, Andréia Neves, o primo Frederico Pacheco, o assessor do senador Zezé Perrella (MDB-MG), Mendherson Souza Lima.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A SpaceX irá lançar o Telescópio de Caça Alienígena da NASA, 'TESS' hoje a noite!!


Um SpaceX Falcon 9 lançará a missão TESS da NASA às 6:32 pm, horário do leste desta noite (22:32 UT). O segundo estágio do Falcon 9 colocará o pequeno satélite em uma órbita altamente elíptica de 200 km a 270.000 km de apogeu. Uma série de manobras feitas pelo satélite a posicionará em uma órbita de ressonância de 2: 1 com a lua, deslocada da lua em 90 graus no apogeu.
O Satélite de Pesquisa de Exoplaneta em Transição (TESS) descobrirá milhares de exoplanetas em órbita ao redor das estrelas mais brilhantes do céu. Em uma pesquisa de dois anos da vizinhança solar, a TESS monitorará mais de 200.000 estrelas para quedas temporárias de brilho causadas por trânsitos planetários.

                                               Veja os Vídeos Abaixo:


AMBIENTE: Pesquisa aponta uso de planta da Caatinga para reabilitação de áreas desertificadas


Pesquisador Josimar Medeiros na frente de duas faveleiras. Foto:Cicero Oliveira
Na terra sertaneja castigada pela estiagem, a esperança resiste em meio ao cenário de morte. O verde contrasta com galhos secos de plantas que agonizam pela falta de água, até mesmo as mais resistentes, cansadas de lutar pela sobrevivência, após a seca mais longa na história do Brasil, de 2012 a 2017. Persiste, porém, o vegetal de nome científico Cnidoscolus quercifolius, popularmente conhecido como faveleira, assim batizado por produzir uma semente leguminosa em forma de favo.

Sua presença no semiárido brasileiro acompanha a série histórica de secas no país, cujo início remonta ao final do século 19, época marcada por um movimento que buscava salvação diante da desigualdade social e das constantes intempéries climáticas. Liderados pelo peregrino Antônio Conselheiro, os humildes sertanejos construíram no interior da Bahia a cidade de Canudos, considerada uma ameaça à recém-criada república brasileira. Com essa motivação, os militares exterminaram a comunidade e, após cumprirem a missão, retornaram para suas cidades de origem. Alguns deles se dirigiram para o Rio de Janeiro, onde, sem salário, instalaram-se em construções improvisadas sobre o Morro da Providência. O local começou a ser chamado de Morro da Favela, em alusão à elevação próxima a Canudos, que ganhou esse nome pela presença abundante da faveleira. Foi a partir daí que se atribuiu o termo ‘favela’ às comunidades carentes informais, desenvolvidas sem infraestrutura urbana básica.

Apesar de ter o nome famoso por esse fato histórico, a favela original ainda é pouco conhecida pela população em geral. Para o homem do sertão, no entanto, representa uma relevante fonte de sustento durante as grandes secas. No Rio Grande do Norte, a planta faz parte da memória de pessoas como Salete Medeiros, 79 anos, moradora do município de São José do Seridó. Durante sua mocidade no sítio dos pais, em Caicó, dona Salete recorda que nas épocas de escassez o pai recorria à faveleira para alimentar os animais e a família.

As raízes eram consumidas pelo gado e as folhas pelas ovelhas, enquanto a madeira da árvore era transformada em cocho para os animais. A diversão das crianças, por sua vez, era coletar as sementes de faveleira. “A gente colocava no pilão, pisava, adicionava açúcar ou rapadura e comia a fuba. Era gostoso demais”, lembra-se com nostalgia do gostinho da infância. As saudades da juventude foram compartilhadas por dona Salete com os filhos, que cresceram escutando as histórias da poderosa planta, à qual a experiente mãe recorria para tratar as feridas das crianças.

O potencial da faveleira despertou a curiosidade de Josimar Medeiros, filho de dona Salete, que em 2006 decidiu plantar algumas mudas na propriedade da família, localizada na zona rural de São José do Seridó, distante cerca de 250 quilômetros de Natal. Professor de Geografia por formação e agricultor por experiência prática, Josimar observou o crescimento das faveleiras e percebeu que, na verdade, a espécie é mais importante do que se pensava.

Do campo para a universidade
Da pequena plantação, brotou a ideia do projeto de pesquisa elaborado por Josimar Medeiros para o doutorado do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Prodema/UFRN). A tese, defendida em dezembro de 2017, identificou a faveleira como espécie-chave cultural do bioma Caatinga e destacou seu protagonismo na reabilitação de áreas desertificadas (AD) ou em processo de desertificação (APD). Para chegar a essas conclusões, o pesquisador realizou observações in loco, revisão da literatura, entrevistas e plantio do vegetal em AD e APD, com auxílio de agricultores familiares.

Na área em processo de desertificação, constatou-se que em 2014 permaneciam vivas 65 das 82 mudas introduzidas por Josimar em 2009, mediante a técnica de uso de embalagens plásticas. Para a área desertificada, os agricultores sugeriram usar tanto as embalagens quanto a sementeira para o plantio das mudas, realizado em 2015. Um ano depois, das 60 mudas introduzidas com cada técnica, sobreviveram respectivamente 56 e 46. Apesar de os números serem mais favoráveis para as embalagens plásticas, a praticidade de transporte das sementeiras fez com que esta técnica fosse replicada para plantio pela comunidade de São José do Seridó, onde atualmente existem aproximadamente 10 hectares de faveleira.

Mesmo sem prevermos no projeto de doutorado, o vegetal foi disseminado entre os agricultores e se tornou uma política pública do município. As mudas são distribuídas gratuitamente pela prefeitura”, citou Josimar, quando recebeu a equipe da ASCOM Reitoria em São José do Seridó. Fomos recepcionados na Escola Estadual Raimundo Silvino, local de trabalho do professor, que desenvolve há mais de 20 anos com seus alunos o plantio de mudas das mais variadas espécies – inclusive a faveleira. Depois visitamos a comunidade rural de São Paulo, onde reside dona Salete, cuja propriedade se tornou o campo da pesquisa acadêmica. Lá conhecemos pessoalmente as faveleiras plantadas por Josimar no habitat típico dessa espécie, classificada como xerófita pela adaptação ao clima semiárido e desértico.

O irmão do pesquisador, Josenilson Medeiros, foi um dos agricultores que auxiliaram no cultivo da planta. Criador de gado, alimenta os animais com a vegetação rasteira, conhecida popularmente como ‘babugem’, que desaparece nas épocas de pouca chuva e aos poucos estava sumindo permanentemente pelo processo de desertificação – fenômeno causado por efeitos climáticos e ações humanas. Sem alternativa, ele precisava comprar alimento nas épocas de seca para manter a criação, apesar do difícil retorno financeiro por meio da venda de leite. Após a introdução da faveleira, a realidade apresentou transformações visíveis a olho nu.

Quando a terra está desprotegida, a água vai causando erosão e leva embora a própria babugem. Com a faveleira no terreno, o pasto e as sementes que caem no chão têm onde se proteger, embaixo daquelas raízes, e conseguem se segurar. A planta protege o solo, sem falar no que traz de bom para os animais”, explica Josenilson, ao detalhar que as folhas caem das faveleiras e são consumidas pelo gado justamente nas épocas sem chuva e pastagem. Segundo o agricultor, o vegetal exige pouco trabalho: basta plantar no período correto e com a técnica adequada, sem preocupações posteriores de manutenção.

Impacto social
Presente na vegetação do Rio Grande do Norte há pelo menos um século, a faveleira tem forte relação com a sobrevivência do povo sertanejo. Essa foi a constatação de Josimar após realizar entrevistas com 57 pessoas, com faixa etária de 30 a 100 anos, residentes em diferentes comunidades nas quais a planta é bem distribuída na paisagem. O grupo apresentou utilidades da faveleira tanto para a alimentação de animais quanto humana, além de ser explorada na medicina popular e ter a madeira aproveitada para a confecção de objetos. De alto valor nutritivo, a semente é a única parte consumida por homens e mulheres, que da matéria-prima produzem a tradicional fuba, biscoitos, bolos e cocadas. Da mesma semente, ainda é possível extrair leite e óleo, potenciais fontes de renda para a população local.

Esses e outros fatores levaram à inédita classificação da faveleira como espécie-chave cultural do bioma Caatinga, pelo papel fundamental para a comunidade humana e a manutenção de sua cultura. A nova pretensão do pesquisador é comprovar que a planta também é espécie-chave ecológica, dada a importância da sua contribuição para manter o ecossistema. “Durante as secas ela permanece viva, alimenta a fauna e proporciona o crescimento de outras espécies debaixo da sua copa”, alega.

As novas descobertas e o resgate do uso da faveleira podem ter impacto significativo na realidade sertaneja, cita a secretária adjunta de Educação a Distância da UFRN, Ione Rodrigues Morais, que foi professora de Josimar Medeiros na época da graduação no campus de Caicó. Entusiasta da pesquisa, a docente estimulou o aluno a transformar as percepções sobre o vegetal em projeto de doutorado. “A pesquisa possui grande relevância por levar em conta os elementos da realidade do semiárido e tratar de uma espécie da própria Caatinga”, frisa Ione.

A proposta foi abraçada pelo professor Magdi Ahmed Ibrahim Aloufa, orientador de Josimar, com quem já publicou quatro artigos provenientes da pesquisa de doutorado. Para o professor, as diversas utilidades práticas encontradas para a faveleira atendem à proposta de aplicabilidade dos estudos desenvolvidos no Prodema, programa concebido em formato de associação entre sete universidades nordestinas. “Trabalho científico não serve apenas para engavetar, e sim para ser aplicado”, defende Magdi, que considera essencial o surgimento de novas pesquisas acadêmicas sobre a faveleira.
ASCOM – Reitoria/UFRN
Via Blog do Prof: Toinho

As descobertas que poderiam mudar os livros de historia completamente

As descobertas que poderiam mudar os livros de historia completamente





Existem inúmeras descobertas sendo feitas em nosso planeta, porem algumas delas simplesmente não se encaixam nos padroes estabelecidos pelos estudiosos tradicionais. Ao longo dos anos, inúmeros achados têm empurrado os limites de nossas origens, nossa história e nossas crenças. 
 
A verdade é que a história, como nos foi ensinada na escola, é incompleta e tem inúmeras peças faltando, que por sua vez são a prova definitiva de que a nossa história e nossas origens estão ainda mais para trás no passado do que se imaginava.
 
Outra evidência de "elos perdidos" da nossa história são as inúmeras civilizações que antecedem sociedade moderna. Inúmeras questões permaneceram sem resposta por estudiosos modernos em relação à capacidade e desenvolvimento de sociedades passadas na Terra.
 
Sem dúvida, os estudiosos tradicionais tornaram possível querendo ou não, questionar a história como a conhecemos graças às inúmeras descobertas. Com cada grande achado, fica mais evidente que há certas coisas que os estudiosos tradicionais têm tentado muito duramente manter longe dos livros de história.
 
É como se houvesse um padrão oculto entre as inumeras descobertas do que é considerado para eles (estudiosos tradicionais) como parte da historia e o que não faz parte dela. 
 
Entre as descobertas mais notórios que contradizem a história convencional, separamos  algumas das mais incríveis:
 
 

Um martelo antigo dito ter centenas de milhões de anos de idade

 
 
Este artefato curioso foi descoberto na cidade de Londres, Texas, EUA, em 1934, o martelo apareceu incorporado dentro de uma rocha, e desde a sua descoberta, tem havido muitas teorias sobre sua origem, e mais importante ainda a sua incrivel idade. 
 
Então como é que o martelo ia acabar incrustada no interior da rocha? De acordo com estudos do Instituto de Metalúrgica na Columbia a alça passou pelo processo de carbonização, a cabeça do martelo foi construída com uma pureza de ferro, só alcançada com a tecnologia moderna. Segundo a análise, a cabeça do martelo é composto por 97 por cento de ferro puro, 2 por cento de cloro, e 1 por cento de enxofre. 
 
Surpreendentemente pesquisadores também descobriram que o ferro tinha sofrido um processo de purificação e endurecimento, típico da metalurgia do século XX. Segundo a análise, a rocha do martelo foi datada do periodo Ordoviciano, mais de 400 milhões de anos atrás.
 
 

"The Hidden Character Stone"

 
 
Esta pedra controversa foi descoberto graças a uma fenda que se formou em um megálito há 500 anos, revelando caracteres chineses que lêem: Os colapsos do Partido Comunista Chinês (Zhong Guo Gong Chan Dang Wang). O problema é a idade da rocha, que de acordo com pesquisadores remonta 270 milhões de anos...
 
 

O computador mais antigo do mundo - Tecnologia extremamente avançada



O mecanismo de Antikythera foi descoberto em 1900 durante a recuperação de um naufrágio ao largo da ilha grega de Antikythera. O dispositivo de metal é composto por 37 tipos diferentes de engrenagens e é tão complexo que muitos o consideram o primeiro computador analógico feita pelo homem. 
 
Encontrado alojado em um caixa de madeira, o dispositivo é um mecanismo de relógio complexo composto por pelo menos 30 engrenagens de bronze. Segundo os pesquisadores, toda a análise ajudou a determinar a exata finalidade do dispositivo; 
 
O disco dianteiro foi utilizada para obter a posição do Sol e da Lua no zodíaco e de um calendário de 365 dias, que pode ser modificada para anos bissextos, enquanto os mostradores traseiros indicam dois ciclos astronômicos que entre outras coisas foram utilizados para prever eclipses lunares e solares. 
 
 

A enigmatica "Fuente Magna Bowl" : a escrita suméria na Bolívia antiga?

 
 
 
"Fuente Magna Bowl" foi descoberta perto de Tiahuanaco (Tiahuanaco é provavelmente a maior civilização nativa americana) e do Lago Titicaca por um fazendeiro local na década de 1950. Pesquisadores em todo o mundo acreditam que esta tigela de cerâmica fornece a prova de contato de outro mundo em Puma Punku.
 
 Porque é que este pedaço de cerâmica é tão importante? Bem, escrito nele você encontrará o cuneiforme sumério e símbolos sumérios, e este é realmente um grande negócio, porque de acordo com os pesquisadores, sumérios e os povos antigos que habitavam Tiahuanaco e  Puma Punku não estavam ligados. Então como é que sumeriano cuneiformes esta escrito por toda a "Fuente Magna Bowl"?
 
A lista de descobertas intrigantes ainda se estende muito mais longe, e o canal Hybrid Librarian criou um video que mostra exatamente isso acompanhe abaixo: 





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