Inauguração do Açude Sabugi em São João do Sabugi/RN

terça-feira, 26 de julho de 2016

As estruturas Anunnaki anteriores ao dilúvio: a cidade antiga de 200.000 anos de idade na África

Será que o Anunnaki antigo visitou a Terra centenas de milhares de anos atrás ... Poderia nós encontrar provas de seu reinado na Terra hoje? Segundo vários autores, a prova da existência dos Anunnakis antigos podem ser encontradas em todo o globo. Neste artigo, vamos dar uma olhada em uma antiga cidade de 200.000 anos de idade descoberta na África.

 



Você acredita na existência do antigo Anunnaki? Veja á prova que civilizações extraterrestres nos visitaram a muito tempo atrás
 
Milhões de pessoas ao redor do mundo acreditam firmemente que a centenas de milhares de anos atrás, seres avançados vieram a Terra, e muitos se referem a eles como os Anunnakis 
 
Supostamente, e de acordo com alguns autores, os antigos Anunnakis foram - e ainda talvez sejam - uma civilização extraterrestre extremamente avançada de um planeta evasivo em nosso sistema solar.
 
Estes seres misteriosos vieram para a Terra a mais de 400.000 anos atrás e deram o  passo inicial na civilização humana.
 
 
Mas o que são ou eram os Anunnaki? Eles são meras invenções mitológicas de pessoas há milhares de anos? É possível que exista evidências para apoiar o que eles fizeram na Terra?
 
Curiosamente, se olharmos para as inúmeras descobertas que foram feitas nas últimas duas décadas, vamos entender que a história como a conhecemos é completamente diferente da realidade.
 
Na verdade, inúmeras descobertas arqueológicas e históricas foram feitas que firmemente contradizem e desafiam estudiosos tradicionais e seu ponto de vista sobre as origens do homem e da história convencional .
 
 
Muitos acreditam que esses seres antigos existiam na Terra, enquanto outros estão firmemente convencidos de que os Anunnakis não são nada mais do que seres mitológicos resultado da imaginação do homem antigo.
 
Qualquer pessoa que queira saber mais sobre o Anunnaki deve ler os livros escritos pelo famoso escritor Zecharia Sitchin.
 
Em 1976, Sitchin publicou suas traduções pessoais dos textos sumérios em uma série de livros chamados de "As Crônicas da Terra." (The Earth Chronicles)
 
 
De acordo com Sitchin, as tábuas de argila descrevem uma raça alienígena conhecida como os Anunnaki, que vieram à Terra para "mina ouro".
 
Sitchin praticamente sugere que os extraterrestres visitaram a Terra no passado porque o seu planeta precisava de ouro para sobreviver.
 
Mas se os antigos Anunnakis existissem, não haveria evidência de seu legado na Terra?
 
Bem, uma cidade antiga descoberto na África pode vir a ser o elo perdido que faltava para provar a vinda dos Anunnakis.
 
Localizado a cerca de 150 km a oeste do porto de Maputo, o pesquisador e autor Michael Tellinger encontrou os restos de uma metrópole vasta que mede, de acordo com pesquisas iniciais um escalonamento 1.500 quilômetros quadrados.
 
Esta metrópole antiga é, segundo muitos, parte de um complexo ainda maior, que abrange uma área de 10.000 quilômetros quadrados, mas o detalhe mais fascinante é sobre sua idade: Acredita-se que tenha entre 160.000 e 200.000 anos de idade.
 
"Curiosamente, perto dessas metrópoles antigas existe a presença de minas de ouro antigas que indicam a presença de uma civilização avançada que foi capaz de extrair ouro, em 200.000 aC, para um fim misterioso."
 
Tellinger explica que isso é bastante interessante, pois mostra como uma civilização "perdida" gasta pelo tempo, prosperou na região aponto de ser capaz de extrair enormes quantidades de ouro em várias minas na região, tudo isso num momento em que os estudiosos tradicionais estão nos dizendo que os seres humanos não eram desenvolvidos para realizar projetos sofisticados. 
 
Mas a questão aqui é ... quem necessitaria de ouro em 200.000 aC?
 
 
O ouro foi usado no comércio e esculturas? Ou é possível - como a Teoria do antigo astronauta propõe - que o ouro foi usado para um propósito muito mais "tecnológico" do que os estudiosos tradicionais estão dispostos a aceitar?
 
Curiosamente, descobrimos que a cerca de 250.000 anos atrás, de acordo com Sitchin, os antigos Anunnakis fundiram seus genes alienígenas com os do Homo Erectus e criaram uma espécie conhecida como Homo Sapiens. 
 
Desde que a demanda para os seres humanos como trabalhadores tornou-se maior, os antigos Anunnakis mais uma vez manipularam a humanidade antiga para que eles (Homo Sapiens) pudessem se reproduzir por conta própria.
 



Ipueira/RN

A nossa vizinha e acolhedora cidade de Ipueira/RN, está a festejar a festa da sua Padroeira, a Nossa Senhora do perpétuo Socorro. Venham participar! 

Nanico Car, carro 100% brasileiro, deve começar a ser produzido ainda esse ano no Ceará - Brasil.

Ainda esse ano devemos ver os primeiros Nanico Car à venda!

Criado pelo designer brasileiro Caio Strumiello e seu sócio, o físico Paulo Roberto, o protótipo, que até então só foi produzido artesanalmente, recebeu um aporte de cerca de R$ 8 milhões da prefeitura do município cearense de São Gonçalo do Amarante.

Além disso, a administração municipal também vai doar o terreno e conceder benefícios fiscais para a construção da fábrica para produzir o modelo na cidade.

A unidade inicial vai ter capacidade de produzir até 500 veículos por mês, gerando cerca de 100 empregos diretos.

Dois modelos serão produzidos: tanto a gás quanto com motor elétrico, que segundo Roberto, “deve acabar dominando a produção, pois o custo para o consumidor será menor, com poluição zero”..

O Nanico Car tem 1,90 metro de comprimento, motor de 125 cilindradas e velocidade máxima de 80 km por hora, com capacidade para transportar duas pessoas.

A expectativa é que o carro custe a partir de R$ 15 mil.

Fonte: Revista PEGN

ATLETA SABUGIENSE FAZ HOMENAGEM A JOVEM EMILLY MEDEIROS (in-memorian)




O maratonista Adriano Françonaldo( Gringo de Chico Rita ,) fez uma singela e merecida homenagem a jovem escoteira Emilly Medeiros, na tarde desse domingo, 24 de julho de 2016 na XX Corrida de Santana em Caico-RN. O atleta Adriano que já soma mais de quinze participações na Corrida de São Silvestre como também em várias corridas pelo país com inúmeros pódios, vestiu parte de seu uniforme onde continha uma estampa frontal da jovem sabugiense Emilly Raiana Mariz de Medeiros(in-memoria). " Para mim é uma grande emoção fazer uma homenagem dessa" - Frisou o maratonista ao concluir seu percurso de cinco mil metros. A participação na Corrida o levou ao pódio de segundo lugar em sua categoria.

 


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Embrapa lança primeira variedade de maracujá da Caatinga para cultivo comercial

Embrapa lança primeira variedade de maracujá da Caatinga para cultivo comercial

Foto: Fernanda Birolo
Fernanda Birolo - BRS Sertão Forte
BRS Sertão Forte
Um fruto da natureza combinado com mais de uma década de pesquisa resultou na primeira variedade de maracujá nativo da Caatinga recomendado para cultivo comercial. O BRS Sertão Forte foi lançado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nesta terça-feira (7), em Petrolina-PE, durante a abertura do I Simpósio do Bioma Caatinga e durante o dia de campo sobre a nova cultivar, do qual participaram dezenas de produtores, extensionistas, representantes de cooperativas, viveristas e agroindústrias.
A cultivar é resultado do melhoramento genético realizado na Embrapa Semiárido (Petrolina, PE), em parceria com a Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), e foi selecionada a partir de diversos acessos de maracujazeiros silvestres (Passiflora cincinnata) coletados em diferentes áreas de Caatinga, no Nordeste brasileiro. Em comparação com as plantas nativas, ela apresenta maior produtividade e maior tamanho e rendimento dos frutos.
O maracujá do mato – ou maracujá da Caatinga, como também é conhecido – tem vantagens em comparação com as cultivares comerciais de maracujá azedo (Passiflora edulis), a exemplo da maior tolerância ao estresse hídrico, já que é naturalmente adaptado às condições do Semiárido. Ele apresenta ainda um ciclo produtivo mais longo, o que significa que a planta vive e produz por mais tempo no campo, e tem maior tolerância à fusariose, uma das principais doenças que ataca o maracujazeiro azedo.
Os frutos do BRS Sertão Forte, quando maduros, têm coloração verde-clara, e pesam de 109 g a 212 g. A polpa é bastante ácida, própria para processamento, de coloração esbranquiçada ou amarelo-clara, com 8 a 13 °Brix. O rendimento da polpa chega a 50% quando extraída em despolpadora rotativa, e em torno de 35% se extraída manualmente com peneira.

"Essa variedade pode ser cultivada com baixo custo tecnológico e com limitação de água. Por isso, é bastante apropriada para a agricultura familiar das áreas dependentes de chuva, com foco principalmente na produção orgânica", destaca o engenheiro agrônomo da Embrapa Semiárido Francisco Pinheiro de Araújo, responsável pelo desenvolvimento da cultivar.
"É muito fácil cultivar ele", confirma a agricultora Maria Luiza de Castro, do Projeto Pontal, em Petrolina-PE, onde foi montada uma área experimental do maracujá. Ela faz parte de uma cooperativa que trabalha desde 2011 com o processamento de umbu, outro fruto nativo da Caatinga. Os agricultores viram no maracujá uma boa alternativa para complementar a renda das famílias, e hoje já comercializam produtos como a geleia, calda e mousse, e ainda vendem o fruto in natura.
Além de indicado para as áreas com restrição hídrica da Caatinga, o BRS Sertão Forte também apresentou bom desempenho em áreas irrigadas. De acordo com as pesquisas, seguindo as mesmas recomendações técnicas para o maracujazeiro azedo comercial, é possível produzir de 14 a 29 toneladas da variedade por ano.
De acordo com Francisco Pinheiro, a cultivar silvestre tem ainda potencial para ser plantada nas bordas dos cultivos de maracujá amarelo. Isso porque suas flores abrem por volta das 5h da manhã, enquanto as das variedades de maracujazeiro azedo abrem no final da manha ou à tarde. Assim, a cultivar silvestre atrai os polinizadores para as primeiras horas do dia e aumenta o tempo e, consequentemente, a eficiência da polinização natural, o que está diretamente ligado ao aumento da produtividade.

Além da sua região nativa, a variedade foi testada também no Cerrado do Distrito Federal, onde apresentou boa produtividade em sistemas de produção em espaldeira e latada. O pesquisador da Embrapa Cerrados Fábio Faleiro avalia que "esta cultivar, desenvolvida a partir de uma rica biodiversidade brasileira, vai ser uma opção a mais para os produtores, tanto para diversificar sua produção quanto para melhorar a eficiência da polinização manual do maracujazeiro azedo, que é uma das práticas que demanda muita mão de obra nos cultivos comerciais".
A Embrapa já está disponibilizando as sementes do maracujá BRS Sertão Forte para viveiristas interessados na produção e comercialização de mudas, por meio de edital aberto até o dia 30 de junho. Logo após o licenciamento, a Embrapa divulgará os nomes e contatos desses viveiristas para os agricultores interessados na aquisição de mudas.
 
Fernanda Birolo (MTb 81/AC) 
Embrapa Semiárido 
Telefone: (87) 3866-3734

Do Distrito Palma/Caicó para Vice Prefeita da Capital - Magnólia Figueiredo é pré-candidata a vice-prefeita de natal na chapa de Kelps

Magnólia Figueiredo é pré-candidata a vice-prefeita de natal na chapa de Kelps

Por Washington R. da Silva

A atleta olímpica mais famosa do Rio Grande do Norte, Magnólia Figueiredo, filiada ao partido Solidariedade, é pré-candidata a vice-prefeita de Natal na chapa majoritária encabeçada pelo pré-candidato a prefeito Kelps Lima, pelo partido Solidariedade.

A indicação de Magnólia segue alguns critérios estabelecidos pelo partido Solidariedade na capital: 1 consolidar a estratégia de não lotear a máquina pública de Natal a partir de acordos pré-estabelecidos antes da eleição; 2 ter pessoas sérias e competentes para assumir cargos decisivos na máquina pública municipal.

Magnólia é Formada em Educação física pela UFRN, pós graduada em gestão, cursou administração, economia, é servidora pública municipal e estadual de carreira e tem experiência administrativa em cargos ligados ao esporte, coordenando delegações do Brasil internacionalmente, além de participar regularmente de bancas examinadoras de concursos públicos em vários Estados do Brasil.

"A pré-candidata a vice do nosso partido tem um currículo tão qualificado que nos orgulha fazer essa apresentação aos natalenses", comemora o deputado Kelps Lima.
Assessoria de comunicação

RECORDAR É VIVER: Justiça Federal reabre ação de improbidade contra Henrique Alves

RECORDAR É VIVER: Justiça Federal reabre ação de improbidade contra Henrique Alves

Reprodução.
O juiz Marcelo Rebello Pinheiro, da 16ª Vara Federal do Distrito Federal, reabriu uma ação de improbidade administrativa iniciada em 2004 contra o ex-ministro e ex-deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A decisão foi tomada no dia 6 de julho e enviada nesta semana para o Ministério Público.

No processo, a ex-mulher de Alves – Mônica Azambuja – apresentou documentos e extratos bancários que detalham gastos fora do país entre 1996 e 2004. Os valores não foram declarados à Receita Federal, segundo as suspeitas.

Quando a ação contra Henrique veio à tona, após publicação de reportagem da Revista “Veja”, Alves disse refutar “qualquer ilação a respeito de conta no exterior” em seu nome, e afirmou estar “à disposição da Justiça”. O processo estava parado na Justiça do DF em razão de questionamentos da defesa e de decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que anulou parte das provas.

Agora, as informações da ação serão reanalisadas pelo juiz e a defesa poderá novamente questionar dados do processo. Depois, o juiz terá que decidir se condena ou não o político por improbidade, que pode levar a punições como multa e ressarcimento aos cofres públicos. De acordo com decisão do juiz, há provas suficientes para o prosseguimento da ação de improbidade.

No caso, da análise dos autos, constata-se que a petição inicial desta ação civil pública descreve minuciosamente as circunstâncias fáticas e jurídicas que a embasam, de modo suficientemente preciso e capaz de ensejar o seu prosseguimento, sendo a instrução o momento processual adequado para se apurar a existência ou não do ato de improbidade administrativa imputado ao requerido”, afirmou o magistrado.

Ao reabrir a ação e decidir se serão utilizados dados de quebra de sigilo bancário que já foi efetivada, o magistrado também retirou o segredo de Justiça da ação, com exceção de documentos cujo sigilo é assegurado em lei: extratos bancários, faturas de cartão de crédito e dados fiscais, além de informações de processos que correm em vara de família.

Todos os atos do Poder Público devem ser levados ao conhecimento externo, permitindo sua fiscalização pelo povo e pelos demais legitimados. Nessa perspectiva, é possível concluir que a decretação do segredo de justiça nas ações de improbidade administrativa, via de regra, não encontra apoio no arcabouço normativo do nosso ordenamento jurídico, maculando princípios de patamar constitucional e regras processuais”, entendeu o juiz.

HISTÓRICO: A luta agora deve ser focada para investigar aplicação dos recursos e proteção do lençol freático

HISTÓRICO: A luta agora deve ser focada para investigar aplicação dos recursos e proteção do lençol freático

Ambição e lutas
Sempre um dos objetos de consumo do ex-deputado Henrique Alves foi a direção do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra Seca), o departamento responsável pelo perímetro irrigado da Chapado do Apodi.

O DNOCS deu início às obras do perímetro irrigado da Chapado do Apodi em Agosto de 2013 (Clique AQUI e confira) depois de muita luta dos agricultores e agricultoras do Apodi e da Chapada contra o projeto, idos de 2010, 2011 e 2012.

A proposito, DNOCSHenrique Alvesperímetro irrigado da Chapado do Apodi, o projeto da morte. Como esses nomes se confundem. São almas gêmeas, carne e unha, metades da laranja. (Clique AQUI, ver matéria a respeito).

Visita. clqiue para ampliar. 
Em 2014, o principal interessado no projeto, o então presidente da câmara Henrique Alves visitou as obras do projeto, que até então ainda estavam em andamento. (CLIQUE AQUI e confira matéria). As obras foram paralisadas por vários motivos, um deles, a empresa vencedora da licitação da obra com grandes dividas

Ao contrário de pessoas que só são contra o projeto da morte agora, depois que deixaram o poder, nossa linha de trabalho aqui nesse blog sempre foi contra o projeto da morte, isso por que geralmente esse tipo de projeto, voltado ao agronegócio, pouco se preocupam com a sustentabilidade do planeta.

Não há uma preocupação com os moradores desapropriando-os das terras onde nasceram e viveram, geralmente há um uso excessivo de agrotóxico na produção, exploração sem controle das águas do lençol freático, além de sua contaminação, se produz para exportação e não para o consumo interno, dentre outros danos sérios.

Clique para ampliar. 
Hoje, vi através de um dos inúmeros grupos dos quais participo, que pessoas farão protesto contra o projeto ao longo da semana. Inclusive, algumas quando estavam no poder. Politicagem na mais sua pura essência? A preocupação e os protestos teriam sido muito bem vindos em idos de 2010, 2011 e 2012, quando engajamos duras lutas contra esse projeto (CLIQUE AQUI e confira).

Hoje, as empresas, mesmo sem a conclusão do perímetro – que está muito longe ainda de sua conclusão – estão se instalando, com grandes investimentos no local, agricultores já foram tirado de suas terras e já estão explorando nosso lençol freático. Enfim... o agronegócio venceu de novo.

Quanto as obras do perímetro irrigado hoje estão paralisadas a quase dois anos (CLIQUE AQUI e confira). Elas pretendiam ou pretendem ainda trazer águas da barragem de Santa Cruz por meio de estão elevatória, para imigrar 9 mil hectares da Chapada.

No entanto, o que seria interessante, no meu modo de ver as coisas, era protestarmos para descobrir como os recursos que ai foram fartamente gastos, foram executados. Pois todos sabemos: obras iniciadas e não concluídas, jogadas pelo meio do caminho, constituir um gigantesco desperdício de recursos.

Para minorar os males, ainda se pode engajar lutas para chamar atenção para a proteção de nossa maior riqueza, o nosso lençol freático. Isso sim, merece ser discutido (CLIQUE AQUI e veja matéria).

http://toinhoffilho.blogspot.com.br/2016/07/historico-luta-agora-deve-ser-focada.html

Barragens subterrâneas e resgate de solo aliviam efeitos da seca no RN

Barragens subterrâneas e resgate de solo aliviam efeitos da seca no RN

Projetos da Emater ajudam o sertanejo a conviver com estiagem prolongada.
Regiões Oeste e Seridó possuem exemplos de ações bem-sucedidas.

Anderson Barbosa e Fred Carvalho
Do G1 RN
Em Jardim do Seridó, projeto de barragem subterrânea já começa a dar os primeiros frutos (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Em Jardim do Seridó, projeto de barragem subterrânea já começa a dar os primeiros frutos (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
O quinto ano seguido de poucas chuvas no Rio Grande do Norte – já considerada a estiagem prolongada mais severa da história do estado – não deixa alternativa para o sertanejo: ou abandona a terra ou aprende a conviver com a seca. No estado, a Emater (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural) vem desenvolvendo projetos que estão ajudando o pequeno agricultor a suportar os efeitos da escassez de água. A construção de barragens subterrâneas e o trabalho de recuperação de solos degradados são dois exemplos.
(O G1 publica nesta semana uma série de reportagens sobre a mais severa estiagem da história do semiárido potiguar e as consequências da chamada 'seca verde')
Entre os dias 3 e 6 deste mês, o G1 foi a onze cidades do interior potiguar para a ver de perto como o sertanejo, animais e também a vegetação do semiárido vêm resistindo à falta d'água. Em Umarizal e Jardim do Seridó, onde a seca também é braba, os projetos da Emater estão fazendo a diferença. "Me ajuda e ajuda muito toda minha família", afirmou o agricultor Francisco Gurgel de Freitas, de 62 anos, ao falar sobre o projeto 'Segunda Água', no qual a Emater constrói barragens subterrâneas nas terras de pequenos produtores rurais.
Conhecido como Chico de Raulino, foi o agricultor quem explicou como funciona este tipo de barragem. "Cavamos uma vala na parte mais baixa do terreno, colocamos uma lona plástica dentro e a prendemos nas pedras que estão no fundo do solo. Quando a chuva cair, a água vai infiltrar na terra, mas não vai escoar pelo fundo por causa das rochas e também não vai escapar pelos lados porque a lona vai segurar. Assim, temos um barramento subterrâneo que segura a água como uma piscina embaixo da terra", disse.
Agricultor em Umarizal, Francisco Gurgel de Freitas espera pelas chuvas para testar a barragem subterrânea construída em sua propriedade (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Agricultor em Umarizal, Francisco Gurgel de Freitas espera pelas chuvas para testar a barragem subterrânea construída em sua propriedade (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Francisco tem uma pequena propriedade no chamado Sítio Acauã, comunidade rural do município de Umarizal, na região Oeste do estado. A barragem subterrânea foi construída em 2012. "Só é possível fazer a barragem em período de seca mesmo. Agora, é esperar pelas chuvas para que eu possa plantar. E quando isso acontecer, terei água armazenada embaixo da terra, assegurando a fertilidade do solo mesmo durante um longo período de estiagem", ressaltou.
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Feliz da vida com os mamões que colhe, Francisco Gurgel de Freitas quer aumentar a produção (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Feliz da vida com os mamões que colhe, Francisco Gurgel de Freitas quer aumentar a produção (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Enquanto a chuva não vem, o agricultor mantém o sustento da família plantando mamão, acerola, banana, romã, pinha, maracujá e algumas hortaliças. E a água? "Vem de um poço que eu também escavei em 2012. A vazão é pequena, de 2 mil litros por hora, mas é o bastante para o sistema de irrigação por gotejamento. Tudo o que é plantado aqui é para consumo próprio. Só vendo o mamão porque a produção é maior. Só vou produzir mais frutas para comercializar quando a barragem subterrânea estiver com água. E quando chover, mesmo que seja pouca água, ela não vai se desperdiçar tão facilmente", acrescentou.
Em Jardim do Seridó, barragem subterrânea foi construída no Sítio Recanto  (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Em Jardim do Seridó, barragem subterrânea foi construída no Sítio Recanto (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Em Jardim do Seridó, na região Seridó, uma barragem semelhante foi construída no Sítio Recanto, terras do pecuarista José Antão do Nascimento, de 63 anos. Também escavada em 2012, a barragem tem água armazenada porque lá as chuvas que caíram em janeiro foram mais abundantes. "Choveu sim, mas não muito. Só estou colhendo graças à barragem, senão tinha perdido tudo que plantei", justificou.
José de Antão não planta para comer. O que ele tira da terra vira ração para os animais. (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)José de Antão não planta para comer. O que ele tira da terra vira ração para os animais. (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
José de Antão não planta para comer. O que ele tira da terra vira ração para os animais que cria. Além do milho, ele produz sorgo e capim forrageiro. "Isso aqui é minha vida. Plantando e colhendo, não penso em sair daqui nunca", afirmou.
Delson Diniz da Silva, de 53 anos, é mais um agricultor beneficiado com a barragem subterrânea (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Delson Diniz da Silva, de 53 anos, é mais um
agricultor beneficiado com a barragem subterrânea
(Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Ainda em Jardim do Seridó, quem também está sorrindo à toa apesar da seca é Delson Diniz da Silva, de 53 anos. Ele é mais um beneficiado com a barragem subterrânea. Além da água da chuva, a construção que ele mantém no Sítio Pedras Pretas também represa a água que vem de um açude. "É um tipo de barramento ainda melhor. Ajuda a segurar a água da chuva, que infiltra na terra, e ainda armazena a água que naturalmente escorre do açude e que fatalmente seria desperdiçada. Aqui, a barragem subterrânea potencializou em dobro as terras dele", ressaltou o técnico da Emater Osenaldo dos Santos, que é assessor regional de Convivência com o Semiárido.
"A barragem foi construída em 2014. E agora estou colhendo os frutos desse projeto. Graças a Deus está dando tudo certo. Aqui plantamos feijão, milho, batata doce e melancia. E também tem capim para os animais", listou Delson.
Osenaldo dos Santos, técnico da Emater no Rio Grande do Norte (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Osenaldo dos Santos, técnico da Emater
(Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
"O projeto das barragens subterrâneas nasceu em 2008, mas a grande maioria delas foi implantada em 2012, já no primeiro ano dessa estiagem braba pela qual estamos passando. E ainda estamos na fase de implantação. Com a colheita deste ano, é que poderemos fazer uma avaliação do projeto. Até o final do ano teremos uma análise completa dos resultados. Mas, a princípio, já podemos garantir que vem dando muito certo para muitos agricultores, que estão conseguindo conviver som a seca. É a cultura da subsistência sobrevivendo", pontuou Osenaldo. 
Recuperação de solos
A chuva é uma das maiores riquezas, senão a maior preciosidade do sertanejo. No entanto, as águas que caem do céu não trazem apenas alegrias. "Se não cuidarmos bem da terra, a chuva pode degradar o terreno e causar erosões irreversíveis. Isso acontece quando a água escorre sobre o solo desprotegido, sem vegetação, e leva embora todo o material orgânico. O resultado é devastador porque só ficam os sedimentos das rochas, material que é infértil, e a terra que escorre com a força da água ainda assoreia rios e açudes”, explicou Nilton Oliveira, técnico em agropecuária da Emater.

No Sítio Trangola, em Currais Novos, a água das chuvas escorria sobre o solo desprotegido, sem vegetação, e levava embora todo o material orgânico (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)No Sítio Trangola, em Currais Novos, a água das chuvas escorria sobre o solo desprotegido, sem vegetação, e levava embora todo o material orgânico (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Em Currais Novos, na região Seridó, o órgão vem desenvolvendo um projeto bem sucedido de recuperação de solo, é o chamado ‘Terra Viva’. “É o segundo aqui no estado. Em Apodi, na região Oeste, existe um projeto pioneiro que foi iniciado há 16 anos. Aqui em Currais Novos, faz um ano que lutamos para recuperar uma área que estava se tornando degradada. Hoje, o resultado da nossa intervenção já é bem visível. Não é fácil recuperar um solo degradado. É um trabalho a longo prazo. Por isso a importância da prevenção”, destacou Nilton.
Barramentos secos em forma de arco romano e renques de pedras estão contendo a terra e evitando a desertificação (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Barramentos secos em forma de arco romano e renques de pedras estão contendo a terra e evitando a desertificação (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
O terreno que está sendo recuperado é um declive de 180 hectares que fica numa comunidade chamada Trangola. No local, residem 11 famílias. “A terra dessas pessoas já estava ficando totalmente degradada, sem serventia alguma. Para iniciarmos a recuperação, retiramos todas as rochas, replantamos espécies nativas de vegetação e começamos a nivelar o solo para que a água da chuva não levasse mais a terra embora. Para isso, construímos barramentos secos em forma de arco romano e renques, que são cordões de pedras em curva de nível”, revelou.
Luís José Neto, presidente da Associação dos Agricultores familiares do Sítio Trangola (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Luís José Neto, presidente da Associação dos
Agricultores familiares do Sítio Trangola
(Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
“Tudo o que foi feito evita a desertificação do solo, impede que a matéria orgânica escoe juntamente com a água das chuvas para dentro dos leitos dos rios e açudes e ainda segura a terra sobre o solo. Com a terra firme, a água infiltra e fertiliza o terreno”, acrescentou o técnico da Emater.
Luís José Neto é presidente da Associação dos Agricultores familiares do Sítio Trangola. Satisfeito com o resultado do projeto, ele fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido pela Emater. “O Terra Viva garante a qualidade das nossas terras e também o nosso sustento. Antes, a água da chuva deixava a terra sem serventia. Agora, com o terreno fértil por conta da terra umedecida, nossa lavoura melhorou”, agradeceu.
Maior seca da história
Desde 2011 que o sertanejo potiguar sofre com a falta de boas precipitações. Dos 167 municípios do estado, 153 estão em situação de emergência por causa da escassez de água. É a pior seca da história do Rio Grande do Norte, segundo o próprio governo. Atualmente, 14 cidades estão em colapso e 77 desenvolveram sistemas de rodízio para o abastecimento da população (veja listas completas no final desta matéria).

As chuvas que caíram no início do ano renovaram os ânimos, mas não cerraram as angústias. Mudanças, só na paisagem. A água transformou o cenário acinzentado em um verde exuberante, a chamada 'seca verde'. Comum no semiárido nordestino, o fenômeno caracteriza-se pela abundância da vegetação, apesar de um período longo sem água.
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Com a seca que assola o RN há cinco anos, animais mortos às margens das rodovias que cortam o estado fazem parte de um cenário desolador  (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)Animais mortos às margens das rodovias que cortam o Rio Grande do Norte fazem parte de um cenário desolador (Foto: Anderson Barbosa e Fred Carvalho/G1)
Ao renovar a situação de emergência por mais 180 dias em março deste ano – a sexta vez seguida desde março de 2013 – o governo do estado ressaltou que a pecuária havia perdido mais de 135 mil cabeças de gado de 2012 a 2015, e que entre 2012 e 2014 houve uma redução de 65,79% na produção de grãos (milho, arroz, feijão e sorgo).
Chuvas normais em 2017
O homem do campo pode ficar otimista para 2017? Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), órgão responsável pelas previsões climáticas no estado, a resposta é sim.

Meteorologista da Emparn, Gilmar Bistrot explicou que até o final de 2016 as chuvas continuarão abaixo do normal no litoral. “Em junho, por exemplo, o acumulado foi de 100 milímetros, muito pouco para o período. E isso se repetirá agora em julho, deixando o tempo bastante seco. Já para o interior, cuja seca já está confirmada mesmo, a esperança é mesmo para 2017. O tempo deve começar a melhor ainda em dezembro deste ano, tendo a situação das chuvas normalizada durante todo o ano que vem”, afirmou Bistrot.
O RN possui dois calendários pluviométricos bem distintos. Um deles envolve o litoral Leste, cujo período chuvoso começa em maio e se estende até meados de setembro. Toda a Grande Natalestá nesta área. Já para o semiárido, território que compreende até 97% dos municípios, o período chuvoso é mais curto. Começa ainda no final de dezembro, chega até o início de janeiro e logo é interrompido. Depois, as precipitações voltam no final de fevereiro e seguem até meados de março. É assim todos os anos.
“O problema é quando as chuvas ficam abaixo da média, o que vem acontecendo há cinco anos”, ressalta Mairton França, secretário estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. “Desde que passamos a monitorar as chuvas, há 450 anos, o estado já enfrentou 116 períodos de longas estiagens. Não estamos vivendo a mais longa, mas certamente é a mais severa”, frisou.
Municípios em situação de emergência
Acari, Assu, Afonso Bezerra, Água Nova, Alexandria, Almino Afonso, Alto dos Rodrigues, Angicos, Antônio Martins, Apodi, Areia Branca, Baraúnas, Barcelona, Bento Fernandes, Bodó, Brejinho, Boa Saúde, Bom Jesus, Caiçara do Norte, Caiçara do Rio do Vento, Caicó, Campo Redondo, Caraúbas, Carnaúba dos Dantas, Carnaubais, Ceará-Mirim, Cerro-Corá, Coronel Ezequiel, Campo Grande, Coronel João Pessoa, Cruzeta, Currais Novos, Doutor Severiano, Encanto, Equador, Espírito Santo, Felipe Guerra, Fernando Pedroza, Florânia, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, Galinhos, Governador Dix-Sept Rosado, Grossos, Guamaré, Ielmo Marinho, Ipanguaçu, Ipueira, Itajá, Itaú, Jaçanã, Jandaíra, Janduís, Japi, Jardim de Angicos, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, João Câmara, João Dias, José da Penha, Jucurutu, Jundiá, Lagoa Nova, Lagoa Salgada, Lagoa D’Anta, Lagoa de Pedras, Lagoa de Velhos, Lajes, Lajes Pintadas, Lucrécia, Luís Gomes, Macaíba, Major Sales, Marcelino Vieira, Martins, Messias Targino, Montanhas, Monte das Gameleiras, Monte Alegre, Mossoró, Macau, Nova Cruz, Olho D’Água do Borges, Ouro Branco, Passagem, Paraná, Paraú, Parazinho, Parelhas, Passa e Fica, Patu, Pau dos Ferros, Pedra Grande, Pedra Preta, Pedro Avelino, Pedro Velho, Pendências, Pilões, Poço Branco, Portalegre, Porto do Mangue, Pureza, Serra Caiada, Rafael Fernandes, Rafael Godeiro, Riacho da Cruz, Riacho de Santana, Riachuelo, Rodolfo Fernandes, Ruy Barbosa, Santa Cruz, Santa Maria, Santana do Matos, Santana do Seridó, Santo Antônio, São Bento do Norte, São Bento do Trairi, São Fernando, São Francisco do Oeste, São João do Sabugi, São José de Mipibu, São José do Campestre, São José do Seridó, São Miguel do Gostoso, São Miguel, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Rafael, São Tomé, São Vicente, Senador Elói de Souza, Serra Negra do Norte, Serra de São Bento, Serra do Mel, Serrinha dos Pintos, Serrinha, Severiano Melo, Sítio Novo, Taboleiro Grande, Taipu, Tangará, Tenente Ananias, Tenente Laurentino Cruz, Tibau, Timbaúba dos Batistas, Touros, Triunfo Potiguar, Umarizal, Upanema, Várzea, Venha-Ver, Vera Cruz e Viçosa.

Municípios em colapso
Almino Afonso, Antônio Martins, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, João Dias, Luiz Gomes, Marcelino Vieira, Martins, Paraná, Pilões, Rafael Fernandes, São Miguel, Serrinha dos Pintos e Tenente Ananias.

Municípios em rodízio
Já os municípios que enfrentam racionamento e estão em rodízio são: Acari, Afonso Bezerra, Água Nova, Alto do Rodrigues, Angicos, Assu, Barcelona, Bodó, Caiçara do Rio do Vento, Caicó, Campo grande, Carnaúba dos Dantas, Carnaubais, Cerro Corá, Coronel João Pessoa, Cruzeta, Currais Novos, Doutor Severiano, Encanto, Equador, Espírito Santo, Fernando Pedrosa, Florânia, Guamaré, Ielmo Marinho, Ipanguaçu, Ipueira, Itaú, Janduís, Jardim de Angicos, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, José da Penha, Jucurutu, Lagoa de Velhos, Lagoa Nova, Lajes, Lucrécia, Macau, Messias Targino, Olho D’água do Borges, Ouro Branco, Paraú, Parelhas, Passagem, Pedro Avelino, Pendências, Portalegre, Rafael Godeiro, Riacho da Cruz, Riacho de Santana, Riachuelo, Rodolfo Fernandes, Ruy Barbosa, Santa Maria, Santana do Matos, Santana do Seridó, São Fernando, São Francisco do Oeste, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Rafael, São Tomé, São Vicente, Severiano Melo, Taboleiro Grande, Tenente Laurentino, Timbaúba dos Batistas, Triunfo Potiguar, Umarizal, Venha-Ver e Viçosa.
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