segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Principais notícias do Rio Grande do Norte


Material foi apreendido com suspeitos presos na operação da PM na Zona Leste de Natal (Foto: Calos Lima/Inter TV Cabugi)Sete homens foram presos e uma arma foi apreendida, além de dinheiro e drogas, em uma operação da Polícia Militar realizada nos bairros de Brasília Teimosa e Rocas, Zona Leste de Natal. Os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes junto com o material neste sábado (30).
De acordo com a polícia, a ação foi montada depois de uma denúncia anônima. Ainda segundo a PM, um dos presos pode ter relação com a chacina que aconteceu no bairro das Rocas na quarta-feira (27), quando quatro pessoas foram mortas.
“Já chegou a informação que um dos elementos, conhecido por Jonas, é envolvido na chacina que houve nas Rocas”, corrobora o sargento Geraldo Ferreira, do 1ª Batalhão, que participou da operação.

Fonte: G1

Criminosos invadiram a escola na Zona Norte de Natal e picharam ameaças aos funcionários (Foto: Cedida)Criminosos invadiram uma escola pública na Zona Norte de Natal neste sábado (30) e reviraram as salas de aula do prédio. Além disso, os vândalos picharam as paredes com ameaças a funcionários da instituição de ensino. “Vou matar funcionário durante aula”, diz uma das pichações.
O crime aconteceu na Escola Estadual Crizan Siminéa, no conjunto Nova Natal. De acordo com testemunhas, seis homens encapuzados invadiram a escola e causaram toda a destruição. Tintas que estavam nos armários foram jogadas na parede, salas ficaram reviradas. Os criminosos arremessaram, inclusive, uma carteira no teto do prédio.
No momento da invasão, não havia ninguém na Escola Crizan Siminéa. A polícia foi acionada e mandou uma equipe até o local, no entanto o grupo já havia ido embora quando os policiais chegaram. Ninguém foi preso.

Salas da Escola Crizan Siminéa ficaram reviradas após a invasão dos vândalos (Foto: Cedida)
Salas da Escola Crizan Siminéa ficaram reviradas após a invasão dos vândalos (Foto: Cedida)

Fonte: G1
O assaltante e foragido da justiça da comarca de Parnamirim/RN, Wilton Carlos Mendes Torres, conhecido como "Wilton Bigode" de 25 anos, morador da Rua Otoniel Marques Guedes, no bairro Santo Antônio, foi morto em confronto com policiais militares, no final da noite deste sábado 30 de setembro de 2017, dentro da Ufersa em Mossoró no Oeste Potiguar. 

A ocorrência, segundo informações repassadas pela PM, teve início na Avenida Leste Oeste, quando o suspeito conduzindo um carro tipo Corolla roubado, tentou fugir de uma barreira da Polícia Rodoviária Estadual. 

De acordo com os policiais do 2º DPRE, o suspeito trafegava pela Avenida Leste Oeste sentido centro da cidade e ao avistar a Blitz fez uma manobra brusca e retornou, evadiu-se em alta velocidade. 

Houve perseguição e ao chegar em frente a Universidade Federal do Semi Árido (UFERSA), o suspeito bateu no canteiro central, abandonou o veículo e de arma em punho atirou contra a guarnição e ainda tentou se refugiar dentro da Universidade. 

Os policiais pediram reforço, uma vez que o suspeito estava armado e efetuando disparos contra a guarnição e de imediato, chegaram as VTRs, da área, do Fiscal de Operações,da Força Tática,da Policia Ambiental e do GTO. 

Ainda de acordo com os policiais,houve novo confronto e desta vez, o foragido foi baleado e socorrido pela própria polícia para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas não resistiu e morreu ao dar entrada na unidade hospitalar. 

A Polícia apreendeu em poder do foragido, um revolver calibre 30, o veículo Corolla, roubado no dia 25 deste mês na cidade de Baraúna, além de uma porção de maconha. 

Wilton Carlos Mendes Torres, responde processos na justiça, por roubo majorado,tráfico de drogas, homicídio qualificado e crime de trânsito. Contra ele ainda havia dois mandados de prisão em abertos, expedidos pelo judiciário. (VER PROCESSOS). 

O corpo do foragido será encaminhado ao Instituto Técnico e Científico de Perícia, onde será submetido a exame de necropsia e depois liberado para sepultamento.










Fonte: Fim da Linha

Beijaço aconteceu durante show da Banda Plutão Já foi Planeta (Foto: Luiz Veiga/ Inter TV Cabugi)Um 'beijaço gay' foi promovido no palco do festival de música Mada, em Natal, durante o show da banda potiguar Plutão Já Foi Planeta, na noite desta sexta-feira (29). Pelo menos 14 casais homoafetivos e heterossexuais se beijaram enquanto o grupo tocava a música Alto Mar - um dos seus principais sucessos.
O protesto era contra o preconceito e contra a 'cura gay', segundo informou a produção da banda. Algumas pessoas usavam máscaras do presidente Michel Temer e do deputado federal Jair Bolsonaro, que foram rasgadas em seguida.
"A gente precisa de amor, porque a gente está vivendo uma época bizarra de ódio. Pelo amor de Deus, vamos se amar", disse a cantora Natália Noronha antes de começar a música.
Parte da platéia da Arena das Dunas - onde ocorre o festival Mada - também participou do protesto, se beijando. Antes mesmo do beijaço, houve protesto político com gritos de 'Fora Temer'.
Procurada pelo G1, a produção da banda explicou que o protesto foi marcado pelas redes sociais. Casais de namorados ou amigos podiam participar, independente da orientação sexual. Um total de 20 casais se inscreveram e 14 subiram ao palco. Namoradas dos integrantes da Plutão Já Foi Planeta também participaram.

Fonte: G1



Manicure Ana Cláudia de Oliveira Rocha, de 27 anos, havia sofrido ameaças, segundo a polícia (Foto: Divulgação/ Polícia)
Uma manicure de 27 anos foi morta a tiros no início da madrugada deste sábado (30) durante uma festa em um bar no bairro Felipe Camarão, na Zona Oeste de Natal. A polícia supeita que ela foi vítima de execução, pois já tinha sofrido ameaças de um traficante da região.
De acordo com a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime aconteceu por volta de 0h30 na rua Padre João Maria. Ana Cláudia de Oliveria Rocha participava da festa quando os executores chegaram dispararam dois tiros nas costas dela.
A manicure não teve tempo de reação e morreu no local. Os criminosos fugiram em seguida e nenhum suspeito foi encontrado pela polícia.
Pessoas que conheciam a vítima relataram à Polícia Civil que ela já havia sofrido ameaças de um traficante local. Segundo a DHPP, drogas foram encontradas junto com ela. O corpo foi recolhido pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep).
Ana Cláudia deixou dois filhos, sendo uma menina de 7 anos e um menino de 12 anos.
Zona Norte
Outras mortes também foram registradas entre a noite desta sexta-feira (29) e a madrugada deste sábado (30) na capital. Dois homicídios aconteceram no bairro Lagoa Azul. Um homem de 24 anos morreu vítima de tiros no Loteamento Nova Natal. No mesmo bairro, porém no conjunto Boa Esperança, um homem ainda não identificado também foi assassinado. Apesar de ainda não ter detalhes sobre o caso, a polícia acredita que os casos não têm relação entre si.

Fonte: G1

Sheila Freitas, secretária de Segurança do RN (Foto: Inter TV Cabugi)Para a secretária de Segurança do Rio Grande do Norte, delegada Sheila Freita, a maior parte das chacinas que aconteceram no estado em 2017 está relacionada ao enfraquecimento das quadrilhas de roubos a bancos e tráficos de drogas. Sem 'poder de fogo', as facções criminosas passaram a brigar ainda mais entre si, na disputa pelos setores onde ainda conseguem poder e dinheiro.
Pelo menos oito chacinas foram registradas nos nove meses do ano, no estado - número muito superior aos dos anos anteriores.
"Além de intensificar o trabalho, efetuar prisões, apreender armas, sobretudo armamento pesado, apreender drogas, isso tem feito com que as organizações criminosas atuem de outra forma. Então elas estão fazendo esse tipo de crime (assassinatos de várias pessoas) para chamar a atenção das autoridades policiais e ver se a gente deixa de incomodá-las", declarou a secretária à Inter TV Cabugi.
Sheila descartou possibilidade de recuar. "Nós não vamos fazer isso. Vamos continuar com as operações diárias, vamos continuar com as grandes operações em cima das organizações criminosas que atuam no roubo a bancos e tráficos de drogas", concluiu.
Mais de 80 pessoas morreram, desde o início do ano, em casos de chacinas e triplos homicídios em vários municípios do estado. Logo em janeiro, uma verdadeira guerra aconteceu dentro da maior penitenciária do RN, a de Alcaçuz, em Nísia Floresta, onde 26 homens perderam a vida.

Fonte: G1

Genro da prefeita de Boa Vista mantinha em sua fazenda um fuzil de caça sem registro (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Genro da prefeita de Boa Vista mantinha em sua fazenda um fuzil de caça sem registro (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Preso por posse de um fuzil de caça e uma pistola sem registros, o genro da prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (PMDB) foi posto em liberdade nessa sexta-feira (29) após passar por audiência de custódia e pagar fiança de R$ 28 mil.
Frederico Guilherme Capute de Oliveira foi detido na quinta (28) pela Polícia Federal durante a operação Aneis de Giges - que investiga filhos e ex-enteadas do senador Romero Jucá (PMBD) por um suposto desvio de R$ 32 milhões em projeto financiado pelo Minha Casa, Minha Vida na capital de Roraima.
Capute não era alvo da ação, mas foi pego em posse de um fuzil de caça 762, uma pistola .45 e munições na fazenda onde também vive a prefeita de Boa Vista. Ele acabou preso em flagrante e foi levado à Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, segundo a PF.

Pistola apreendida em fazenda onde vive ex-enteada de Romero Jucá (Foto: Divulga/Polícia Federal)
Pistola apreendida em fazenda onde vive ex-enteada de Romero Jucá (Foto: Divulga/Polícia Federal)

Na decisão que colocou Frederico Capute em liberdade, o juiz estadual Alexandre Magno Magalhães considerou que o genro da prefeita não tinha antecedentes criminais, tem endereço e emprego fixos. Ele é adjunto da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Trânsito (SMST).
Ainda na sentença, foi determinado que o marido da filha da prefeita terá de comparecer mensalmente ao Forum Criminal Evandro Lins e em todas as vezes em que for intimado, além de comprovar endereço em até 10 dias e comunicar ausência na comarca do juízo da execução por mais de 8 dias sem permissão.

Procurado pelo G1, o advogado de Frederico Capute, Leonardo Paradela, informou que o cliente já está em casa e que a defesa só se posicionará oficialmente sobre o caso quando, e se, o inquérito se tornar um processo.
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Boa Vista informou que só se manifesta em situações que envolvem atos da função pública.
Operação Aneis de Giges
A Polícia Federal fez na quinta a operação batizada de Anel de Giges, que tinha como alvos filhos e ex-enteadas do líder do governo no Senado e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá.
Os dois filhos de Jucá e duas ex-enteadas foram indiciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Ao todo, a operação teve 17 mandados judiciais emitidos: nove de busca e apreensão e oito de condução coercitiva (quando o suspeito é levado para depor). A PF foi a endereços em Boa Vista, Belo Horizonte e Brasília.
Durante o cumprimento de um dos mandados, a PF esteve na fazenda da prefeita onde também moram a filha dela e o genro. Foi nesse local que Frederico Capute acabou detido em flagrante em posse das armas.

Fonte: G1

Diante da pressão de parte do PSDB, o presidente Michel Temer entrou em cena para garantir que o deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) permaneça como relator da denúncia contra ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Segundo o blog apurou, a situação da relatoria da denúncia foi um dos principais temas das conversas entre Temer e advogados nesta sexta-feira, em São Paulo. Bonifácio é do grupo do senador afastado Aecio Neves (PSDB-MG), principal interlocutor de Temer no PSDB, e não participou da votação na CCJ da primeira denúncia contra Temer, mas foi a favor de arquivar o pedido de investigação contra o presidente no plenário.

Preocupado com o ambiente na Câmara, o presidente quer garantir um relatório favorável já na primeira discussão na CCJ, evitando um relatório paralelo, como ocorreu na primeira denúncia contra ele.

Motivo: segundo assessores do presidente, Temer avalia que tem pouca margem para pedir a aliados que enfrentem um desgaste duplo ao enterrarem um relatório favorável à denúncia e, em seguida, votarem favoravelmente a ele em um segundo relatório. 

Para evitar o que ocorreu na primeira denúncia, por corrupção passiva, Temer pediu a auxiliares que fizessem a interlocução com tucanos aliados para manter um relator simpático ao presidente.

A escolha de Bonifácio, no entanto, rachou ainda mais o PSDB. A ala ligada ao senador Tasso Jereissati (CE), presidente interino da legenda, pressiona para que o deputado deixe a relatoria. E critica a escolha feita pelo presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). 

Sobre as críticas, o presidente da CCJ disse ao blog neste sábado (30) que não vai trocar Bonifácio – a não ser que ele queira sair. “A escolha foi feita, técnica, e eu não abro mão da permanência dele. Salvo se ele não quiser. Se depender de mim, está mantida”, ressaltou Pacheco..

Ele confirmou que foi procurado pelo PSDB para não indicar Bonifácio, mas que não era obrigado a aceitar. “Não aceitei do PMDB na primeira denúncia também. Não quis desrespeitar o PSDB, mas é a minha escolha. Ele é advogado e é jurista”, afirmou.. 

O líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP), quer resolver o imbróglio envolvendo a relatoria até a próxima terça (3) – quando a bancada vai se reunir. No encontro, advogados da liderança farão uma exposição técnica sobre a denúncia.

Fonte: G1

Ricardo Teixeira da Cruz, conhecido como Batman (Foto: Reprodução/ TV Globo)Ricardo Teixeira da Cruz está no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, desde 2009. Na decisão, o juiz destacou a importância do preso ser mantido longe de sua área de atuação.

juiz Rafael Estrela, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) aceitou o pedido feito pelo secretário de Segurança Pública do RJ, Roberto Sá, e decidiu renovar a permanência do miliciano Ricardo Teixeira da Cruz, conhecido como Batman, no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Ele está preso no local desde 2009.
De acordo com as informações fornecidas pela Secretaria de Segurança, Batman é ex-PM e estaria envolvido com a milícia conhecida como “Liga da Justiça” e seria um dos membros mais influentes nas regiões de atuação do grupo, na Zona Oeste do Rio. Na decisão, o juiz destacou a importância do preso ser mantido longe de sua área de atuação.
“A permanência do apenado fora dos limites do Estado do Rio de Janeiro é um importante obstáculo ao fluxo de comunicações entre tais líderes e seus comandados no que tange à transmissão de ordens ilícitas, o que viabiliza a continuidade da austera política de segurança pública implementada pelas autoridades fluminenses”, destacou o magistrado.
Na sexta-feira (30), o governador Luiz Fernando Pezão afirmou que recorrerá à Justiça para tentar impedir que chefes do crime organizado no Rio detidos em presídios federais fora do estado sejam trazidos de volta ao sistema penitenciário estadual.
Conforme reportagem do Jornal O Globo publicada também na sexta, a Defensoria Pública da União entrou com uma ação de habeas corpus coletivos que pode trazer de volta ao Rio de Janeiro 55 presos considerados perigosos.
Segundo o governador, no atual contexto vivido pelo Rio de Janeiro não seria adequado o retorno destes criminosos ao estado.
A Defensoria pediu ao STF que todas as pessoas presas em estabelecimento penal federal há mais de dois anos sejam levadas de volta pros estados de origem. Assinada pelo defensor Anginaldo Oliveira Vieira, a ação argumenta que os presos estão sofrendo constrangimento ilegal já que há uma lei que determina que os detentos fiquem em presídios federais por no máximo 720 dias.
O pedido tem caráter liminar urgente. O relator da ação no STF vai ser o ministro Alexandre de Moraes. Ainda não prazo pro habeas corpus ser analisado.

Fonte: G1

Mega-sena (Foto: Heloise Hamada/G1)Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.973 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (30) em Jundiaí (SP).
Veja as dezenas sorteadas: 01 – 12 – 16 – 17 – 52 – 60.
A quina teve 110 acertadores, que vão levar cada um R$ 32.691,06. Outras 7294 apostas acertaram a quadra e vão receber R$ 704,30.
O próximo sorteio ocorre na quarta-feira (4) e pode pagar R$ 55 milhões.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: G1

No Piauí, o exército descobriu uma fraude contra quem mais sofre com a seca. Motoristas de caminhão pipa, os pipeiros, contratados pelo governo, estavam entregando água imprópria para milhares de moradores.
A família de José Nivaldo está entre as 200 mil pessoas beneficiadas com a operação carro-pipa no Piauí.  Lá, água da cisterna só para cozinhar e beber. Mas o agricultor anda desconfiado da qualidade da água.
“De vez em quando, corre um com dor de barriga danada. As crianças faltam é morrer. Vem e quando chega um: ‘Estou com dor de barriga, mãe’”, disse o agricultor José Nivaldo de Macedo.
A 15 quilômetros da casa de José Nivaldo, há um barreiro já completamente seco. Mas o dono do lugar afirma que, até julho, muitos pipeiros andaram por lá pegando água. O manancial não está autorizado pela Defesa Civil para abastecer as cisternas dos moradores da região. Para impedir a ação criminosa dos pipeiros, José Francisco precisou fechar o terreno com cadeado.
“Na verdade, eles ganham para pegar água no poço, né? Então, aqui, depois que eu botei o cadeado, eles não pegam mais não”, afirmou o agricultor José Francisco Coelho.
O poço com água potável fica na cidade vizinha, Jaicós, a 140 quilômetros. No Piauí, 89 cidades estão em situação de emergência por causa da seca. Em 40 delas existem decretos de racionamento. Na zona rural, 574 pipeiros distribuem água para população de 69 cidades do semiárido.
Há cinco anos o exército adotou um sistema de monitoramento para controlar essa entrega. Cada caminhão cadastrado recebe um equipamento que registra data, hora e a rota de cada caminhão. Um sistema de controle que o Exército descobriu que estava sendo fraudado.
Duas pessoas foram presas em flagrante acusadas de fazer parte de uma quadrilha especializada neste tipo de fraude. O Exército afirma que eles usavam motos para registrar o percurso que vários caminhões deveriam fazer.
“Com isso aí, o pipeiro fica livre, sem o equipamento, para pegar uma água mais próxima, nos barreiros mais próximos da cidade, e entregar nesse local como se fosse água de um manancial cadastrado pelo Exército”, explicou o capitão Veloso, do Exército.
Uma carga de oito mil litros de água, por causa da distância, chega a custar para o Governo Federal até R$ 600. O Exército diz que afastou os pipeiros já identificados na fraude e que aumentou a fiscalização na região.

“O que uns fazem, todo mundo paga. Aumenta a fiscalização sobre a gente, todo mundo quer julgar a gente, como se a gente fosse todo mundo igual”, disse o pipeiro José Bibiano.

Fonte: G1

Um levantamento do Instituto Data Popular estima que mais de 55 milhões de brasileiros não possuem, por questões socioeconômicas ou devido a processos burocráticos, qualquer tipo de conta bancária. Neste grupo estão cerca 53% da população do Nordeste.
Foi por causa do número alto de pessoas que não possuem sequer uma conta corrente ou poupança que surgiram o Banco Comunitário Olhos D’água e a moeda social Terra em Igaci, município do Agreste alagoano com pouco mais de 25 mil habitantes.
Implantando em 2016, o projeto de economia solidária foi desenvolvido por meio de uma parceria entre as universidades federais de Alagoas e da Bahia e a associação de agricultores do município. O objetivo é facilitar o acesso a microcrédito, educação financeira, circulação de moedas e o apoio ao comércio local.
"Aqui todo mundo trabalha com a moedinha [Terra]. Recebemos e passamos troco com ela. Também fazemos compras e pagamos com a moedinha", diz a agricultura e feirante que vende feijão verde, hortaliças e almoço na feirinha, Elisangela Bezerra.

Coordenador da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária da Ufal, Leonado Leal, foi um dos responsáveis na implantação do banco comunitário em Igaci (Foto: Jonathan Lins / G1)
Coordenador da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária da Ufal, Leonado Leal, foi um dos responsáveis na implantação do banco comunitário em Igaci (Foto: Jonathan Lins / G1)

O Banco Olhos D'Água disponibiliza crédito para famílias de baixa renda movimentarem pequenos negócios. O recurso é repassado em duas moedas Real ou Terra, que possuem valores equivalentes. Porém, a Terra possui circulação restrita no município contribuindo assim para o fortalecimento da economia local.
Com 80 projetos de financiamentos de créditos já aprovados em pouco mais de um ano de funcionamento e com 22 estabelecimentos comerciais conveniados a receberem a moeda Terra, o Banco Comunitário já movimenta quase R$ 50 mil no pequeno município que possui um PIB Municipal avaliado em pouco mais de R$ 153 mil.
“À primeira vista, o valor da movimentação financeira do Banco Comunitário parece ser pequena. Porém, ao levarmos em consideração indicativos sociais e educativos, conseguimos perceber a importância da experiência para a inclusão de famílias no sistema financeiro e para desenvolvimento econômico”, expõe o coordenador da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária da Universidade Federal de Alagoas (Ites-Ufal), Leonardo Leal.
Leal explica que a experiência do Banco Comunitário foi implantada em Igaci por conta do potencial associativo do lugar, que possui mais de 30 associações comunitárias de atividades ligadas a terra.
“Com isso, a moeda Terra circula tanto em estabelecimentos comerciais fixos, a exemplo de mercados e farmácias, na feira semanal e entre os comerciantes e produtores rurais”, explica Leal.

A agricultora e feirante Elisangela Bezerra mostra as moedas Terra (Foto: Jonathan Lins / G1)
Coordenador da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária da Ufal, Leonado Leal, foi um dos responsáveis na implantação do banco comunitário em Igaci (Foto: Jonathan Lins / G1)

Terra na mão é dinheiro no bolso
A cada dia, a circulação da moeda Terra, que possui notas físicas de 0,50; 1; 2; 5 e 10, passar a ser incorporada com naturalidade nas transações do comércio de Igaci.

No município onde a maior parte da atividade econômica está vinculada à agricultura, Terra na mão é sinônimo de dinheiro no bolso.
"Hoje, cerca de 15% das nossas vendas são pagas com a moeda Terra. Pra gente, receber Real ou Terra é indiferente. O importante é vender. No entanto, a circulação da Terra reduziu de forma significativa o fiado. Ou seja, é melhor receber em Terra, que é igual a Real, do que colocar a venda no caderno de fiado", relata a gerente da farmácia Vitória Santos.
Na feira de produtos orgânicos a Terra está na mão e no bolso dos comerciantes e agricultores, que se orgulham em negociar com a moeda de circulação local.
O Banquinho [Banco Comunitário] e a moedinha são um orgulho pra gente. Levo a moedinha pra tudo que é lugar e as pessoas ficam curiosas porque só conhecem Real", diz Elisangela Bezerra.

A conversão de Terra para Real
Para fazer a transação comercial com a moeda Terra, o comerciante precisa assinar um contrato com o Banco Olhos D'água. Só assim é possível converter a Terra em Real. E apesar dos valores serem equivalentes, alguns comerciantes, de olho na fidelidade dos clientes, acabam oferecendo descontos para a compra com a moedinha.

A agente de crédito do Banco Olhos D'água, Valdiene Pereira, explica que a conversão da moeda é simples, sendo necessário somente os comerciantes informarem um dia antes quanto pretendem converter de Terra para Real.
"Só eles podem fazer essa conversão. Aos consumidores, cabe apenas a circulação da moeda pagando e recebendo troco", diz ao enfatizar que a moeda local possui vários itens de segurança que impedem a falsificação, mas que o relacionamento de confiança entre os envolvidos nas transações é o que vale.

A agricultora e feirante Elisangela Bezerra mostra as moedas Terra (Foto: Jonathan Lins / G1)
A agricultora e feirante Elisangela Bezerra mostra as moedas Terra (Foto: Jonathan Lins / G1)

A Terra é lançada no mercado local a partir de microcréditos oferecidos aos agricultores vinculados às associações agrárias. O dinheiro é disponibilizado ao cliente de duas formas: em Terra e Real, que pode ser acessado de forma virtual (crédito) e em moeda física.
Diferente de um banco tradicional, o banco comunitário possui um grupo gestor formado por pessoas da comunidade, que avaliam os créditos disponibilizados diante de critérios técnicos e sociais.
"Entre a avaliação para disponibilização de crédito estão as condições de endividamento do cliente e a viabilidade do investimento. Os créditos são educativos e tem como finalidade ajudar no desenvolvimento econômico das famílias", completa Valdiene.
O recurso para implantação do projeto do Banco Comunitário foi disponibilizado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho, do Governo Federal.

Fonte: G1

Vídeo mostra novo drone da PRF que filma até dentro de veículos? Não é verdade!

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o uso de um drone para fiscalização de uma rodovia com capacidade de filmar e saber o que os motoristas fazem dentro dos veículos enquanto dirigem. A legenda diz: 'Vejam o novo modelo de drone da PRF'. Não é verdade.

 (Foto: Arte/ G1)

A PRF informa que o vídeo é falso e foi feito por uma empresa interessada na divulgação de drones. Segundo a corporação, existe um projeto piloto ainda em fase inicial para uso de drones, com apenas um equipamento em funcionamento em Mato Grosso do Sul. O projeto, no entanto, não tem qualquer relação com as imagens mostradas no falso vídeo. O projeto piloto ainda espera a definição de normas para drones e a fiscalização deve funcionar de maneira diferente da abordada nas imagens, de acordo com a corporação.
O vídeo foi criado como uma brincadeira por Wanzan Hobby, um admirador de drones que tem um canal no Youtube para divulgar seus experimentos. Morador de Carapicuíba, na Grande São Paulo, o aposentado de 51 anos, que gosta de ser chamado pelo nome de seu canal, diz ter demorado cerca de quatro meses para produzir o vídeo. A captação de imagens da Rodovia Castello Branco, em São Paulo, demorou cerca de 60 dias porque o autor trabalhou sozinho pilotando os drones e as tomadas em ângulos diferentes exigiram esforço.


Outra parte do tempo foi destinada à produção dos efeitos especiais, como o "zoom" das câmeras no interior dos veículos e a produção dos diálogos. Também houve muito improviso. Efeitos de sonoplastia, por exemplo, foram feitos com a boca.
O autor diz que todas as vozes que simulam conversas entre os fiscais foram feitas por ele e por amigos convidados a fazer parte do vídeo. Ele ressalta que em nenhum momento fez qualquer menção à polícia.
"O vídeo é falso. Na realidade é uma brincadeira. O vídeo original não tem nenhuma menção à polícia. Compartilharam o vídeo deixando parecer que fosse da Polícia Rodoviária Federal", afirma.
É ou não é?’, seção de fact-checking (checagem de fatos) do G1, tem como objetivo conferir os discursos de políticos e outras personalidades públicas e atestar a veracidade de notícias e informações espalhadas pelas redes sociais e pela web. Sugestões podem ser enviadas pelo VC no G1, pelo Fale Conosco ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, com a hashtag #eounaoe (caso prefira, a hashtag pode ser enviada logo após a mensagem também!)

Fonte: G1
Posted: 01 Oct 2017 01:12 AM PDT
Remédios controlados eram vendidos livremente em farmácia na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. (Foto: Reprodução/ TV Globo)Três funcionários de uma farmácia na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, foram presos por vender medicamentos controlados sem receita. Eles vão responder por tráfico de drogas. A denúncia foi comprovada em vídeos gravados pelos policiais.
Os agentes da Polícia Civil usaram câmeras escondidas para flagrar a venda ilegal de um remédio de uso controlado que só pode ser comercializado com receita médica. O stilnoxo, ou hemitartarato de zolpidem, é indicado para o tratamento de insônia. A investigação começou a partir da denúncia de parentes de um cliente que comprava livremente o remédio.
Na farmácia denunciada, a venda é autorizada pelo gerente. Na abordagem dos policiais, três funcionários foram presos em flagrante.
“Esse remedio pode ser vendido, mas é necessario que a pessoa possua receita. Essa receita fica retida na farmácia e ela é preenchida com os dados de quem está comprando. Então, pela periculosidade, pelo mal que pode causar se usada de forma incorreta essa medicação, é necessária a retenção da receita”, esclareceu o delegado Ricardo Barbosa.
Os três funcionários presos, um gerente, o vendedor e um farmacêutico, foram soltos pouco tempo depois, no plantão judiciário. Mas eles vão responder ao processo por tráfico de drogas em liberdade e terão que ficar afastados do comércio de medicamentos.
Além de caixas de remédios controlados, os agentes apreenderam várias receitas em branco. De acordo com os investigadores, elas elas preenchidas pelos funcionários sem qualquer controle, apenas para enganar a fiscalização.
“Eles não preenchiam e usavam isso como oportunidade para vender pra pessoas que iam até lá. Um fato gravíssimo. Esse tipo de medicamento é muito forte e tem que ter controle na utilização”, explicou o delegado.
A produção do RJTV não conseguiu entrar em contato com nenhum dos presos na operação.

Receitas em branco eram preenchidas pelos funcionários da farmácia. (Foto: Reprodução/ TV Globo)

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